Tailândia

Um dia em Bangkok

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Olá! Finalmente consegui terminar os posts da minha viagem que contou com Cingapura, Dubai e Tailândia. Mas o que importa é que vocês vejam tudo de mais legal que fizemos por lá, não acham? Bem, ficamos apenas um dia em Bangkok, fizemos uma escala na escala e aproveitamos para conhecer ao menos um pouquinho da capital da Tailândia. Chegamos a noite e paramos no hotel Chatrium, muito bom. O quarto era enorme, o banheiro espaçoso e clean, sem falar no staff, super atenciosos.

Tínhamos pego a dica de jantar em um dos incríveis rooftops da cidade e escolhemos o Vertigo. Não levamos câmera fotográfica pois àquela altura da viagem não tínhamos tanta paciência, sabe? rs! A vista era linda e o ambiente super descolado. De manhã acordamos bem cedinho para aproveitar ao máximo. Nosso guia nos pegou no hotel e fomos direto (levando em conta o trânsito caótico, não foi tão direto assim!) ao mercado de flores, temperos e frutas. Gente, as cores são lindas, mas se preparem para a bagunça e para o calor! A gente foi no inverno, imagina como é no verão? Vejam só os alguns cliques.

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De lá fomos ao Grand Palace, um complexo amuralhado repleto de templos e palácios. É lá a residência oficial do rei. E é lá também que está o mais importante templo da Tailândia, o Wat Phra Kaew, que contém o Buda de Esmeralda, que na verdade é feito de jade.

Outro templo que visitamos foi o Wat Pho, onde está localizado a impressionate imagem do Buda Reclinado. O lugar estava tomado de turistas! Foi difícil tirar fotos e sentir a energia do lugar, sabe? De lá fomos fazer um passeio pelo rio Chao Phraya e depois seguimos para outro templo Wat Arun, que tem uma das melhores vistas de Bangkok. Esse templo se vê facilmente a uma grande distância, graças à sua torre de 79 metros de altura. Uma torre que se transformou em um dos símbolos da cidade e que está decorada com azulejos de cerâmica colorida, proporcionando um efeito visual surpreendente.

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De lá, fomos para o hotel tomar um banho porque já estava na hora de voltar pra casa! Mas até que fizemos bastante coisa em um dia, hein? A minha dica pra quem for à Bangkok é: vá tranquilo! Quem vai estressado tem uma grande chance de piorar! O trânsito é complicado, o calor é escaldante. Mas os templos são lindos e valem muito a pena. Verifique se não tem nenhum feriado próximo, porque a cidade enche de turistas. Ah, uma dúvida que tinha era a questão das roupas. Não é permitido entrar nos templos com o corpo à mostra, então leve na mala uma saia longa ou uma calça de algodão fresquinha. O mesmo vale para os homens, viu?

Bom, gente, adorei compartilhar essas experiências com vocês! Espero que tenham gostado, e qualquer dúvida escrevam nos comentários, ok? Vou adorar responder. 

ps. Nas próximas semanas estarei na Inglaterra! Faremos um roteiro delicioso de carro pelo interior e por fim, Londres. Aguardem notícias minhas por aqui! 

Beijinhos,

Nati

Chiang Mai: Home Industry

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Oi, gente! Este é o último post sobre Chiang Mai, essa cidade incrível da Tailândia. Tô super atrasada nesses posts, eu sei, amanhã entra o último, sobre Bangkok. Bom, um dos passeios mais interessantes de Chiang Mai foi pela parte “industrial” da cidade. Coloquei entre aspas porque lá é tudo feito artesanalmente mesmo. Conhecemos uma fábrica de objetos em laca, um trabalho muito bonito. Trouxe um porta-jóias e uma espécie de bandeja pra mim. O processo é lento e todo feito à mão, uma maravilha.

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Fomos também conhecer como funciona o processo de esculpir madeira! Gente, é um trabalho muito minucioso. Quando eu vi aqueles painéis cheio de detalhes sendo esculpidos à mão não dava pra acreditar! Os artistas ficam meses numa só peça. Poder ver de perto esses homens e mulheres trabalhando é muito bacana pois assim damos muito mais valor. Olha só!

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Agora, para tudo! Imaginem a minha emoção quando soube que viríamos o processo de fabricação da seda de pertinho! Acho isso tão incrível. Mal pude acreditar. Lá a gente pode ver as várias fases dos casulos (o casulo amarelo é o tailandês e o branco, o chinês). E depois como eles viram seda. Essa parte é um pouco triste, já que o bichinho do casulo morre… Os casulos são fervidos e vai saindo uma espécie de gosminha, que se transforma no fio da seda. Depois entra o processo de tingimento, que é feito com corantes naturais. Em todas as fábricas tem uma lojinha em que você pode comprar os produtos fabricados ali. Muito legal. Vejam só.

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Amei conhecer tudo isso! Muito legal, né? É uma cultura muito diferente da nossa, de uma riqueza singular. Sem contar na simpatia do povo, todos estão sempre com um sorriso no rosto, impressionante. Chiang Mai será sempre lembrado por mim de uma forma muito especial.

Gostaram?

Beijinhos,

Nati

Chiang Mai: Elephant Ride, Long Neck Women e Tiger Kingdom

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Estava querendo muito contar essa experiência pra vocês! Eu adoro animais, talvez esse seja um dos motivos pelo qual eu tenha amado conhecer Chiang Mai. Nessa cidade, que fica ao norte da Tailândia, fomos em dois lugares muito bacanas, onde tivemos a oportunidade de entrar em contato (diria inimaginável) com duas espécies, elefantes e tigres! Além disso, conhecer uma tribo de mulheres tão famosas pelos seus longos pescoços também não é sempre, né?

Em Chiang Mai existem vários campos onde os elefantes vivem. Antigamente eles eram usados para o transporte, mas hoje eles viraram atração turística. Mas fiquei feliz em saber que os campos só funcionam em um turno (geralmente pela manhã), no outro turno os elefantes descansam. Chegamos no Maesa Elephant Camp bem cedinho, e logo de cara já fomos direcionados para um passeio em cima de um elefante. Gente, vocês não imaginam a minha emoção! Foi muito legal. Apesar de grandes, eles são muito cuidadosos. Os elefantes  não enxergam muito bem (vide os olhinhos pequenos) por isso eles prestam muita atenção ao caminhar, colocando sempre uma pata atrás da outra. Para se orientar eles utilizam a tromba. Olha que lindos!

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Depois do passeio, nos levaram para um lugar onde os elefantes estavam. Lá os alimentamos com bananas, bambus e até cocos! Eles adoram! Depois a gente pode ver eles tomarem banho. Uma gracinha. Logo em seguida, os elefantes apresentaram um show para os visitantes, eles jogam bola, fazem reverências, dançam e até pintam! Isso mesmo, fiquei boba quando vi as pinturas feitas por elefantes. Essas pinturas estão a venda e os preços são bem salgadinhos! rs!

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Ali pertinho do Maesa Camp fica a aldeia das “mulheres girafa”, ou long neck women. Queria muito visitá-las e foi bem interessante. Estava receosa, mas no fim adorei ver de perto aquelas mulheres. Sorridentes e simpáticas, gostam de conversar e de tirar fotografias. Conheci uma menina que tinha o nome parecido com o meu e por isso quis tirar uma foto comigo, minha xará! Na aldeia elas vendem artesanato e bijuterias. Comprei uma almofada linda e uma pulseira feita de bronze, o mesmo material usado no colar que elas utilizam.  Hoje em dia, as meninas escolhem se querem ou não usar o colar. Mas antigamente eram obrigadas por uma questão (que eles entendiam ser) de sobrevivência, já que seria para proteção de animais como cobras e onças. Essa tribo não é de origem tailandesa, elas vieram fugidas da guerra do seu país, Birmânia. Olhem alguns cliques que eu fiz!

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E o que falar dos tigres? Gente, que experiência única! Em Chiang Mai fica o único lugar do mundo em que você pode entrar dentro da jaula de tigres. O lugar chama-se Tiger Kingdom e funciona assim: Você escolhe se quer entrar em uma, duas ou três jaulas. Nós escolhemos três, vai saber quando voltaríamos, né? Primeiro entramos na jaula dos tigres filhotinhos, de até três meses, umas fofurinhas. Depois, entramos na jaula mais esperada, a dos Big Tigers! Muita emoção. Em todas as jaulas, nós éramos instruídos a como nos comportar diante dos tigres. A sensação de abraçar um tigre é inexplicável, e eles são cheirosos! Uma coisa importante, nenhum tigre é medicado para isso, o segredo (dizem as placas) é que desde pequenos eles são criados junto com os humanos, e são muito bem alimentados! Ui! Podem me chamar de louca, mas prefiro viver perigosamente do que deixar de viver essas experiências, viu?

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Ali no Tiger Kingdom vivenciamos outra experiência bacana com animais! Fizemos uma “peixecure”! rs! São peixinhos que “comem” a pele morta dos pés deixando a textura bem macia. Adorei!

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Muitas histórias e fotos, hein? Estão gostando dos posts?

Beijinhos,

Nati

Chiang Mai: Templos budistas!

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Chiang Mai foi uma daquelas surpresas boas que temos numa viagem, sabe? Sabia que ia ser bacana, já que a cidade é a capital cultural da Tailândia, com mais de trezentos templos budistas! Mas a cidade realmente nos surpreendeu positivamente. Vou começar falando sobre os templos, mas ainda quero falar sobre os animais e a parte industrial, que conta com a fabricação da seda, um processo muito interessante e rico.

No translado do aeroporto para o hotel começamos a perceber a riqueza cultural da cidade e sua adoração ao rei e sua rainha. As imagens de Bhumibol Adulyadej e sua mulher estão espalhadas por toda a cidade. O rei da Tailândia reina a nação desde 1946, sendo o mais antigo Chefe de Estado do mundo e o monarca com o maior reinado na história tailandesa. Além de rei, ele é intitulado Chefe de Estado, Chefe das Forças Armadas, Defensor da religião budista e o defensor de todas as religiões. Tipo, ele manda em tudo mesmo! As pessoas são proibidas de falar sobre ele, muito menos falar mal, com a penalidade de serem presas! Atualmente, ele e sua mulher estão hospitalizados, ele há mais de 3 anos. E as imagens espalhadas na cidade são do rei e da rainha ainda jovens, já que hoje eles estão com mais de 80 anos. Outra curiosidade sobre o rei, ele é considerado o monarca mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em 23 bilhões de euros! Ou seja, ele é o cara! rs!

Pertinho do nosso hotel (ficamos no 3 Sis, muito bom e ótima localização) ficava um dos templos budistas mais famosos, o Wat Chedi Luang. O lugar é incrível, com uma energia muito boa, vimos vários monges andando de um lado para o outro. Lá ficam na verdade 3 templos, todos muito bonitos, tanto por dentro quanto por fora. Pra entrar em todos os templos é necessário estar com as pernas e o colo devidamente cobertos e é preciso tirar os sapatos. No primeiro templo que entramos encontramos vários monges meditando, sentamos logo atrás deles, foi um momento muito especial.

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Cada templo tem uma história, por isso é interessante contratar um guia para aproveitar ao máximo. Nós tivemos muita sorte com a nossa, a Nisa, que se tornou uma amiga muito querida! Se quiserem posso passar o contato dela, ok? A Nisa nos contava todos os detalhes de cada lugar, as curiosidades, foi muito bacana!

Outro templo maravilhoso é o Wat Phra That Doi Suthep, que fica no alto de uma montanha. O lugar é imenso, com muito ouro e detalhes belíssimos. Lá estava mais cheio, só imagino conhecer esse lugar sem tantos turistas em volta, deve ser incrível!

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O Wat Phra Singh é um dos templos mais famosos e um dos mais bonitos também. Quando entramos ficamos olhando um monge sentadinho meditando, ficamos impressionados com a sua concentração (não se mexia!) só depois nossa guia nos contou que o monge era uma reprodução de cera de um monge famoso! Não dava pra acreditar, tamanha a perfeição!

Acredito que esses sejam os templos mais famosos, amei conhecer todos eles! Me senti protegida e até fomos abençoados por um monge. Muito bom!

É isso, gente! Se tiverem alguma pergunta podem fazer nos comentários, ok?

Beijinhos,

Nati

Tailândia: Phi Phi Islands

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Oi, gente! Muito bom escrever esse post pra vocês, isso porque eu amei conhecer a Tailândia! Eita país bonito e de cultura rica, viu? Agora, quando se pensa em Tailândia o que primeiro vem a mente de vocês? Pra mim o pensamento girava em torno de praias paradisíacas! E foi com o objetivo de conhecer essas praias que decidimos ir a Phi Phi, um arquipélago formado por seis ilhas. Em umas delas, Phi Phi Leh, fica Maya Bay, praia que serviu de cenário para o filme “A Praia” estrelado por Leonardo di Caprio, quem lembra? Sim, aquele lugar existe! Olha eu ali.

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Em 2004 a ilha foi devastada por um tsunami, por isso existem placas de evacuação como esta espalhadas pelas ilhas

Essa ilha faz parte de uma área de proteção e por isso é desabitada. Os hotéis ficam numa outra ilha, Phi Phi Don, a única entre as seis que é habitada. Ficamos no Holiday Inn. A estadia foi satisfatória, só o serviço de praia poderia ser melhor. Ah, e a comida também, bem complicado de comer lá! Pra vocês terem uma ideia, na ilha não existe nenhum tipo de transporte, por isso tínhamos que comer no restaurante do hotel ou escolher entre os que ficavam pertinho dali.

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A única forma de chegar até a ilha é de barco. A travessia de Phuket até as ilhas se dá de ferry, o que não foi o nosso caso, já que chegamos em Phuket depois do último ferry do dia e tivemos que contratar uma lancha para nos levar. Não recomendo isso pra ninguém, além de muito mais caro, a viagem é muito longa (cerca de 2 horas) e se o mar estiver alto, como estava, é bem perigoso, chegamos ensopados!

Para fazer os passeios pelas ilhas a gente aluga um barquinho, que é parecido com as baleeiras de Santa Catarina, sabe? Você escolhe as ilhas que quer conhecer e o barqueiro te leva! Uma dica legal é sair bem cedinho do hotel, tipo 7h, pra chegar antes da maioria dos turistas nas ilhas mais concorridas. Nós tentamos, mas no fim conseguimos sair quase 8h. Quando chegamos em Maya Bay já tinha bastate gente, mas deu pra aproveitar bem e conseguimos tirar uma fotos lindas.

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Uma coisa que quem vai pra lá não pode deixar de fazer é mergulhar, nem que seja com snorkel. Eu não me arrisco no mergulho de cilindro, mas amei fazer snorkel. São muitas cores, muitos peixes, muitos corais, até tartaruga gigante eu vi. Sensacional. Já fiz no México, que é lindo também, mas é diferente, achei a vida marinha mais rica na Tailândia.

Pra quem gosta de praia com areia branquinha, mar transparente e quentinho as ilhas Phi Phi são uma ótima pedida. Umas das ilhas que mais gostei nesse sentido foi Bamboo Island, muito, mas muito linda. Aquelas de revista mesmo sabe? Ali a minha vontade era de ficar boiando e agradecendo por tudo! Não queria mais ir embora.

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Bom gente, resumindo, valeu a pena tanto esforço pra chegar até a ilha, mas não recomendaria para um casal em lua de mel ou com crianças. Pra chegar e sair (de ferry) é bem complicado, não descreveria como romântico ou adequado para crianças, entende? Eu e Lucas somos bem tranquilos, mas pode rolar um stress pelo cansaço.

Fora essa dificuldade eu amei conhecer as ilhas! As fotos ficaram lindas, não acharam?

O próximo post será sobre Chiang Mai, cidade muito especial que amei conhecer!

Beijinhos,

Nati