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Papo de Mãe: O tempo passou e o primeiro aninho do JH está chegando

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Oi meninas! Tudo bem por aí?

Não sei se com vocês é assim também, mas sabe quando o tempo passa mais depressa do que um cavalo galopando na sua frente e você nem percebe? Assim está acontecendo comigo! O João Henrique já está com 10 meses! Quando menos percebi ele já estava engatinhando, caminhando apoiado nos móveis da casa – e eu quase não tenho mais um bebê em casa…

Com isso, percebi que tenho “apenas” DOIS meses para organizar a festa de um ano dele. Digo apenas assim entre aspas, porque para nós mães dois meses passam muito, muito, muito, muito rápido. E queremos fazer mil e uma coisas, e de preferência nós mesmas.

E como o Google é meu pastor e nada me faltará comecei a procurar ideias que se adequassem à proposta do aniversário do João Henrique, “João Pé de Feijão” (ideia da minha prima Lu, beeeijo Tia Lu!). Nas minhas andanças e pesquisas na web, acabei encontrando e ficando encantada pelo trabalho da Rúbia de Lima, conhecem? Ela já teve várias festas publicadas nas redes sociais da Revista Crescer, e é daqui de Passo Fundo! Gostei muito do estilo de festas que ela faz, principalmente porque tem uma pegada DIY – Do It Yourself (traduzindo do inglês, faça você mesma). E eu, como boa mãe que adora fazer as coisas, entrei em contato com ela, e deu super certo!

A Rúbia vai me ajudar a decorar e organizar a festa de aniversário do #babyesquilo. O tema será “João Pé de Feijão”, e vamos mostrar aqui todo o passo a passo da decoração e do que estamos pensando para a festinha dele.

Espero que vocês se encantem assim como eu estou encantada pelo trabalho da Rúbia.

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Os bigodinhos fizeram toda a diferença na mesa, este foi o chá de boas vindas do Vicente, o tema foi “Gentleman”.
"Por um mundo com mais gentlmans, te brindamos e damos as boas vindas", muito amor em um quadrinho só, né? <3
“Por um mundo com mais gentlmans, te brindamos e damos as boas vindas”, muito amor em um quadrinho só, né? <3
Os doces foram enfeitados com chapéus, uma ideia super simples que faz toda a diferença!
Os doces foram enfeitados com chapéus, uma ideia super simples e linda
Até as xícaras foram decoradas com um adesivo. <3 #muitoamor
Até as xícaras foram decoradas com um adesivo de bigodinho. <3 #muitoamor
Olhem que ideia super original para colocar os brigadeiros!
Olhem que ideia super original para colocar os brigadeiros!
As boas vindas do gentleman Vicente! <3
As boas vindas do gentleman Vicente! <3
Este é o aniversário volta ao mundo do Joaquim, super inspirador!
Este é o aniversário de um aninho do Joaquim, o tema foi “Volta ao mundo”, super inspirador! A mesa ficou divina…
Duas malas, dois balões e duas cristaleiras. Simples, bonito e super aconchegante esta entrada.
Duas malas, dois balões e duas cristaleiras. Simples, bonito e super aconchegante esta entrada.
A festa é para o Vicente e seus amiguinhos, por isso uma mesa feita só para eles!
A festa é para o Vicente e seus amiguinhos, por isso uma mesa feita só para eles!
Achei esta ideia maravilhosa, um passaporte para a volta ao mundo! :D
Achei esta ideia maravilhosa, um passaporte para a volta ao mundo! :D
Outro cantinho especial pensado nas crianças. Tatames, amo festas com tatames. JH e seus amigos merecem na festa dele!
Outro cantinho especial pensado nas crianças. Tatames, amo festas com tatames. JH e seus amigos vão ter na festa dele! AMEI!
Amo a ideia de ter feltros, comentei com a Rúbia que uma boa parte da decoração será assim.
Amo a ideia de ter feltros, comentei com a Rúbia que uma boa parte da decoração será assim. E ela super topou!

Confesso para vocês que já queria ver tudo pronto! hahaha… ansiedade de mãe, né? #quemnunca

Quero saber de vocês, como fazem as festinhas de aniversário dos seus pimpolhos?

Para falar com a Rúbia é só clicar nesse link aqui, ou ligar no (54)9960-8247.

Quando o papai é um presente, cheio de histórias para se reconhecer e guardar

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Olá mamães,

Como na maternidade, a fases do vídeo game vão passando e os desafios aumentando. Para tal agora quem escreverá direto aqui para vocês serei eu, Verônica Muccini. A Nati vai continuar escrevendo sobre moda, viagens e os outros assuntos do blog. Mas agora aqui na Coluna Papo de Mãe, poderemos trocar figurinhas diretamente. Eu e vocês! Não é legal?

O dia dos pais passou e resolvi falar um pouco sobre como são as coisas lá na Casa dos Esquilos (juro que escrevo em outro post toda essa história do Baby Esquilo, logo da Família Esquilo). Lá vai!

Como no livro do Piangers, O Papai é Pop, em que ele fala que “Todo pai é um colecionador de histórias. Cada história é um presente que nossos filhos nos dão. Guarde bem os seus presentes”. Tenho certeza que o papai do João Henrique, o Henrique é um excelente colecionador de histórias. A gente sabe, e ele mesmo costuma contar aos amigos que a paternidade ativa só começa quando o bebê nasce. Já contei o nascimento do João Henrique aqui e que quando ele nasceu ele foi para os nossos braços apenas para a fotografia e foi direto para a CTI. Quando o JH nasceu eu vi um Henrique completamente diferente do que eu conhecia, conheci ali o papai Henrique, e tenho certeza que ele se reconhecia também.

Papo de Mae - maternidade - pais - fotografia - moca fresca

O Henrique conta para os amigos que a ficha do nascimento do nosso #babyesquilo só caiu quando a médica disse: “Agora papai, vai lá na administração e interna ele na CTI”. O coração que já havia passado o dia acelerado, acelerou de forma diferente. Acelerou no Henrique pai, que via o filho ao invés de ir pro quarto junto comigo, ficar em uma incubadora por não sei quanto tempo. Quando nasceu o João Henrique nasceu um coração de pai acelerado e completamente apaixonado.

Como eu não podia subir para a CTI por conta de cesárea, o Henrique não saía de lá um minuto sequer, acordava de madrugada para ir vê-lo, me ajudou e apoiou quando tive que ir para o lactário, e quando saí de lá aos prantos contando que fiquei uma hora e meia para sair 10ml de colostro (uma frustração para quem sonha em amamentar e ter aquela livre demanda que a Organização Mundial da Saúde tanto fala).

Conheci um leão, que brigou com quem fosse preciso para que os remédios do nosso filho fossem dados nos horários certos, que chorou comigo quando o nosso filho saiu da CTI e podia ir pro quarto. Acho que foi um dos momentos de mais alívio, teríamos o nosso pequeno junto da gente. Conheci um pai que leu meticulosamente todo o manual de instruções do bebê conforto (e homens são totalmente avessos a manuais de instrução) para instalar no carro e não ter nenhum problema com o nosso maior tesouro.

Conheci um Henrique que acordava as três horas da madrugada comigo para me acompanhar na mamada e que eu entregava o JH para arrotar, e as sete horas da manhã acordava para ir trabalhar.

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Sabe quando você ainda solteira, sonha um dia em ter filhos e pensa, quero um pai atencioso, companheiro, participativo e que ainda me ache linda de pijama acordando de madrugada para amamentar e que se precisar fica sozinho com o nosso filho enquanto eu consigo tomar um banho tranquila? Tenho a sorte de ter esta história para contar, e este presente para guardar. Desde que o JH veio para casa o banho é por conta dele, hoje com nove meses, a hora do banho é a hora da festa deles, é emocionante de ver. Quando olho os pés bisnagas do meu filho vejo que são iguais aos pés bisnaga do meu marido, e me apaixono mais e mais por estes dois pés, que ao meu lado trilham a nossa história, as nossas conquistas e os nossos presentes, como diz o Piangers.

Me apaixono e reconheço até os resmungos dos meus dois Henriques e agradeço ao papai do céu todos os dias por ser assim, com eles e mais ninguém.

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Espero que vocês tenham gostado da novidade e vamos nos ver agora muito mais por aqui! :)

Confesso que para escolher as fotos dos meus meninos foi um trabalho muuuuito difícil, já que a Michele manda super bem. E a mamãe esquilo aqui fica babando! Estas fotos foram do “Projeto Amor de Bebê” do mês de agosto, que tinha como tema o Dia dos Pais! Não ficou um ahazo? (Sou suspeita!) hahaha…

E por ai mamães, como são as histórias e presentinhos paternos?

Beijos,

Verô Muccini

Papo de Mãe: Sobre o acolhimento e a tecnologia

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Na coluna desse mês a Vero nos conta como foi – e a importância – do apoio dos pais e amigos na hora em que a coisa aperta, quando o bebê nasce! ps. Estamos super felizes com o retorno de vocês! Tanto que preparamos o Primeiro Encontro da Coluna Papo de Mãe! No fim do post eu te conto os detalhes (;

Só quem é mãe sabe o quanto a gente fica atormentada quando um filho nasce. O bebê chorou! O que será agora? Será que é fome, será que está com a fralda limpa? Os serás são muitos, as dúvidas nem se fala. Será que estou fazendo certo? Por mais que o bebê seja um relógio e mame, na melhor das hipóteses de três em três horas, os três primeiros meses são no mínimo complicados, e a ajuda da mãe, da irmã, da avó, da sogra, da melhor amiga neste período é mais do que bem vinda. 

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Se eu começar a contar aqui sobre este período vocês vão dizer que eu to mentido. Minha madrinha, quando o João Henrique nasceu, brincou comigo que eu não tinha nenhum pecado para pagar, pois meu filho era calmo. Mamava de três em três horas, dormia, não tinha cólica – a única coisa que ele tinha eram os benditos gases, mas que depois que eu descobri como administrar, era uma maravilha.

Era como se não tivesse bebê recém nascido em casa. Meu baby esquilo começou a dormir a noite toda com dois meses – sim, tínhamos e ainda temos uma rotina com ele à noite e não abrimos mão, mesmo quando ele dorme na casa dos avós.

Mas eu falei, falei, falei e não cheguei ao ponto central do post, as redes de apoio que eu ganhei desde que o João Henrique nasceu, mesmo ele sendo um bebê tranquilo. Pois se eu dissesse que mesmo ele sendo tranquilo eu não me cansei emocionalmente e fisiologicamente eu estaria falando a maior mentira. Bebês, mesmo calmos, cansam. Nós mães os amamos muito, mas cansamos. Ninguém contou que a gente não é uma “boa pessoa” com sono, apenas nos diziam dorme enquanto tu pode. Quando eu ouvia pensava: se isso é conselho que se dê, né?

Eu consegui passar por este período de tormenta inicial com o apoio da minha mãe e da minha irmã, que fez um intensivo e só não amamentou o João Henrique pois não tinha leite. Eu digo pra ela, madrinha é pra essas coisas! Alô Dona Márcia e Mariana! Minha sogra nos finais de semana ficava também com ele para que eu e meu marido pudéssemos dormir. Beijo Vânia!

Ainda quando eu estava grávida descobri que várias amigas, várias não… mas umas cinco, iriam ter filhos na mesma época. E eles se tornaram irmãos de barriga. E aí, usei a tecnologia a meu favor, criei um grupo no WhatsApp nominado “Mamães” para trocarmos ideias, aflições e nos manter acordadas na mamada das três horas da manhã. O grupo começou com cinco mães, hoje somos em um pouco mais, mas viramos meio que mosqueteiras. Uma por todas, e todas por uma. Entrava uma mamãe grávida, acompanhávamos a gestação, o nascimento e daqui a pouco estaremos todos no primeiro aninho apagando as velas do parabéns! Aprendi com a maternidade que precisamos nos unir e não nos distanciar e julgar. Julgamentos já basta os nossos internos, que a gente tem de mooooooooooonte!

E para espalhar o amor, dividir as nossas angústias, medos e pequenos prazeres criei um grupo aqui da coluna, o Papo de Mãe no Facebook. Aprendo todos os dias com os relatos, me emociono com as histórias das mães. O que me deixa muito feliz e orgulhosa. Pois é isso que precisamos: acolhimento, amor e ajuda.

E aí, mamães, como foi esse momento pra vocês? Como foi o apoio? 

E o Primeiro Encontro da Coluna Papo de Mãe já tem data marcada! Vai ser no Bella Cittá Shopping em Passo Fundo, neste sábado, 29, a partir das 16h. Vai ter palestra com as meninas do Recanto Vida sobre o desenvolvimento da criança de acordo com a idade, coquetel e exposição de fotos do Projeto Amor de Bebê da fotógrafa Michele Sautner. Pra participar é só retirar o convite, gratuito, nas lojas apoiadoras no Bella Cittá – citadas abaixo do convite. Vem que vai ser bem bacana!

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Papo de mãe: Sabe de nada inocente!

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Oi gente! A coluna Papo de mãe deste mês traz as descobertas de uma mãe nos primeiros dias – e meses! – com o bebê em casa. Emocionante ver que quando uma criança nasce, nasce também uma mãe – que apesar do instinto, muitas vezes de sente perdida e com dúvidas. Adorei o relato da Verônica. Espero que ajude a acalmar o coração de todas as mamães.

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João Henrique, calminho, com 18 dias

Quando engravidei um amigo me disse, enquanto eu estava fazendo mil planos pra quando o João Henrique tivesse uns dois ou três meses, “Sabe de nada Inocente”. Fiquei pensando, o que ele sabe sobre ser mãe? Nada! Mas ele estava totalmente certo! Eu não sabia nada mesmo, pobre inocente! E nos primeiros três meses eu só lembrava do André me dizendo “Sabe de nada inocente”, e aquilo virou um mantra.

Eu não sabia que amamentar doía, meu seio rachou, eita dor viu. Imaginava sempre aquele momento sublime que lia nos textos e na troca de amor e cumplicidade. Mas o meu início foi beeeeeeeem difícil. Juro que vinha a dor em primeiro lugar. A notícia boa é que foi apenas o começo, e o amor, a troca e cumplicidade vieram depois que o seio cicatrizou. Dica meninas, façam banho de luz no seio para eles não racharem!

Eu não sabia que roupa seria um artigo de luxo, e que qualquer pijama, ou até mesmo o robe seria o meu modelo preferido por um bom tempo. Afinal, o meu programa era amamentar, trocar fralda, fazer arrotar e nesse entremeio entre uma mamada e um arroto poderia vir um vômito, e ai adeus aquela roupa linda. Ou então a melhor blusa era a blusa que não tinha leite azedo. Juro que eu lia isso nos textos e pensava, que mulheres relaxadas! Relaxadas, nada, sabe de nada inocente!

Eu não sabia que falar de coco, vômito, catarro, seriam meus assuntos preferidos.

Eu não sabia que limpar um coco bem feito e analisar minuciosamente aquilo me deixaria feliz. Virei especialista em coco.

Eu não sabia que uma simples ida ao mercado me deixaria eu me sentir tão adulta e me faria colocar salto, maquiagem e até passar perfume.

Eu não sabia que eu me sentiria culpada por querer dormir mais um pouco.

Eu não sabia que cada descoberta do meu filho era um descoberta minha também.

Eu não sabia que cada febre nele, era febre em mim.

Eu não sabia o quanto era importante o círculo de ajuda. Aquela rede de apoio que as nossas avós faziam quando um bebê nascia.

Eu não sabia que o puerpério é um período suuuuuuuuuper barra pesada, e a mãe precisa de ajuda, apoio, amparo, carinho e a única coisa que a mãe não precisa é de julgamento.

Eu não sabia que eu me sentiria uma mulher realizada e, de verdade, não lembro como era antes.

Eu sabia que me falavam várias coisas, mas que só passando por cada processo e cada etapa para acreditar.

Projeto Amor de Bebê

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Meninas, preparem-se para uma enxurrada de “ownnnns”. Isso porque chegou a hora de eu apresentar pra vocês o Projeto Amor de Bebê da querida e talentosíssima fotógrafa Michele Sautner! A gente tá tão apaixonada por essas fotos que não dá pra explicar :)

Como uma coisa leva a outra, depois da coluna Papo de Mãe, escrita pela Verônica, surgiu a ideia de ilustrar esse nosso espaço com o nosso pitoco, João Henrique, que já está de seis meses. Não poderia ter sido mais lindo. Na hora, pensei em convidar a Michele pra esse desafio. E ela amou a ideia! E melhor, vai fotografá-lo para o seu projeto Amor de Bebê, todos os meses. Sabe aquele acompanhamento mensal? Pois é. O JH vai ficar bem registrado pelo olhar da Miche. Sorte dele. E nossa também! Que vamos ter o prazer de ver uma sessão como essa todos os meses por aqui.

Cada mês tem uma temática diferente. Sempre no estilo “foto-poesia”, típico do trabalho da Michele. Esse primeiro ensaio foi com a mamãe Verônica. Mal posso esperar pra clicarmos os próximos!

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Simplesmente e-n-c-a-n-t-a-d-a gente!

Curiosa pra saber o que acharam! Gostaram da ideia de mostrar o acompanhamento desse fofucho por aqui?

Pra falar com a Michele, é só clicar nesse link aqui ou então ligar pra ela no telefone (54)3581-1974.