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Papo de Mãe: e chegou o final de ano!

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Bom dia meninas, tudo bem?

Andamos meio sumidas, né? Quer dizer, eu ando meio sumida aqui no blog. Eu sei, eu sei! Mas o motivo é nobre, e em breve vocês saberão. Teremos muitas novidades lindas por aí… Mas não é sobre isso que o post de hoje fala… é também para explicar a minha ausência. A minha fiel escudeira e ajudante, Vera tirou suas amadas e merecidas férias e sobrecarregou tuuuudo aqui em casa! Visualizem a situação: bebê (que quase não é mais bebê, mas tudo bem), casa pra organizar, festas de final de ano, arrumação geral (que a gente sempre deixa para essas épocas), festa disso, festa daquilo, o João Henrique fez 1 aninho – estou apenas esperando as fotos MARAVILHOSAS  da Michele Sautner ficarem prontas para fazer um post contando tudo como foi essa aventura, conduzida pela Rúbia de Lima, nossa parceira aqui do blog. E a mamãe aqui ainda tinha um TCC do MBA para entregar, visualizaram a minha situação nos últimos tempos? Um tanto quanto conturbada… mas final de ano é assim, né?

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Papo de Mãe: saindo da rotina, viajando com bebê

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Olá mamães, tudo bem?

Depois de um tempo sumida, eis que volto. Muita coisa aconteceu, tive o Clube do Mamá, um evento voltado pra primeira infância no Igaí (outro dia conto dele), e com o pouco tempo não consegui mais escrever. Mas prometo que isso não acontecerá mais! Até porque em breve teremos muitas novidades por aqui!

Há uns dias atrás eu contei que tínhamos ido para Gramado com a família toda lá no instagram da coluna, segue lá é @colunapapodemae. Então… No último feriado, dia 2 de novembro, toda a família Muccini foi para Gramado, era aniversário do meu pai e resolvemos comemorar de forma diferente. Minha irmã, meus pais, meu cunhado, meus tios, primos, enfim estávamos em 17 pessoas. Logo, achar um hotel para todos nos pareceu inviável, visto que estávamos em muitos. Decidimos então alugar uma casa pelo site Airbnb, (www.airbnb.com.br), e foi muito tranquilo. O Airbnb é um site que possibilita a comunicação entre turistas do mundo inteiro e donos de imóveis. Você pode alugar por uma noite, ou um mês. Se escolhe a localização, as facilidades, e conveniências que cada um necessita. Ficamos em uma casa linda, e que para ajudar tinha um berço nos esperando. Detalhe: havíamos esquecido de pedir berço, mas são daquelas felizes coincidências da vida. #muitoamor

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Entrada da casa, quase encantada… <3

Essa foi a primeira viagem do João Henrique maiorzinho, logo a mala também foi maior. Era mamadeira, roupas para frio, roupas para quente, roupas para temperaturas mais amenas, frutas, a comida dele, brinquedos… enfim uma eternidade de itens que não parava mais. Confesso que uma das minhas principais preocupações era com relação à comida do JH, frutas até eram mais fáceis de levar, porém a comida salgada eu não gosto da ideia de levar industrializados, foi então que a Papin salvou a vida da mamãe. Compramos o suficiente para a viagem toda e levei as papinhas guardadas em uma bolsa térmica. Já contei aqui em outro post, o quanto eu sou fã das comidas das meninas. São naturais, sem corantes, integrais e são divididas de acordo com a fase que o bebê se encontra. E mais baratas que as industrializadas. Tipo melhor amiga da mãe no momento da Introdução Alimentar e em viagens! Levamos a nossa cadeirinha da Chicco portátil que acopla em qualquer cadeira, logo os problemas estavam resolvidos! 😀

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Risoto de frango com brócolis, escondidinho de abóbora com carne moída, feijãozinho temperado, Papinha do Popeye foram algumas das minhas escolhas. JH AMA o escondidinho de abóbora e o risoto de brócolis!

Na metade do caminho o João Henrique passou mal, tivemos que parar comprar um remedinho para enjoo, pra ele e pra mim. rs… não me dou muito bem com curvas! Paramos então em Caxias do Sul para dar a janta pro pequeno, santo posto! Esquentei a comida, e em 30minutos estávamos de volta para a estrada.

Chegamos sexta-feira, no sábado fomos dar umas voltas pela rua coberta, tomar um chocolate quente, comprar chocolates (Gramado sem chocolates, não é Gramado e todos somos filhos de Deus e a dieta se volta quando chegar em casa).

O final de semana que escolhermos era a abertura do Natal Luz e do espetáculo Nativitaten, toda a família foi, resolvemos preservar o JH, até porque estava chovendo, friozinho (parecia inverno em Gramado, embora estivéssemos na primavera) e ia sair da rotina de sono do pequeno. Fizemos uma jantinha gostosa e ficamos em casa curtindo o friozinho. No domingo meu pai fez uma carne assada que ecoou aquele cheirinho, o foggy londrino e o clima de Gramado. Mais uma vantagem de ficar em uma casa, você mesma pode cozinhar e escolher o cardápio com tranquilidade. Fora a economia… rs!

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Faltou gente na foto, mas estávamos em 17 pessoas!

Entre uma hora da soneca e outra – isso é bem importante preservar nos bebês, uma vez que eles já estão fora da rotina – passeávamos pelo centro de Gramado, demos umas voltinhas nas lojinhas locais, enfim, aproveitamos o passeio e o tempo sem estressar muito o João Henrique.

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Santo canguru salvador da mamãe. JH capotou na rua coberta, até chegarmos em casa para o pitoco tirar a soneca o sling ajudou muito!

Ainda no domingo fomos jantar um fondue no Carlito´s, como os restaurantes estão acostumados a receber crianças eles sempre tem cadeirinha para oferecer, se não oferecem a gente pede, e sempre tem. Enquanto comíamos o fondue, o JH comia uma papinha da Papin. Depois do jantar o restante da família foi para o Natal Luz e a gente (eu, Henrique e JH) voltamos pra casa pra não sair da rotina de sono dele.

Uma coisa que percebi, e que me deixou muito feliz, foi o grande número de famílias com bebês viajando. Tenho para dizer que isso me encorajou mais ainda, uma vez que a gente sempre pensa que quando eles são muito bebês é impossível viajar. E não é! Sim, é preciso reorganizar e fazer passeios que não os cansem demais e que, principalmente, respeitem os horários de sono e faixa etária de cada um. Mas não é um bixo de sete cabeças não. Já vi mães reclamando que não conseguem mais viajar e fazer passeios legais por conta dos filhos pequenos, e nesta experiência percebi que sim, é possível, desde que respeite os limites de seus filhos.

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Nem o frio – sim estávamos em novembro e tivemos que comprar tocas – e muito menos a chuva nos impediram de passear.

Por mais carrinhos, slings e cangurus nas ruas e famílias viajando e tendo experiências incríveis!

Na volta, percebemos que o tempo máximo do JH é de quatro horas no carro, depois disso ele já cansa e fica um pouco chatinho. Claro que sempre fizemos paradas no caminho, mas aos poucos vamos conhecendo os limites de cada bebê. Em janeiro iremos novamente viajarr, desta vez para a praia. Vamos ver como as coisas se sucedem por lá! Depois conto aqui… #pinkyoupromisse.

Foi uma viagem ótima, aprendi que é preciso levar remedinho para enjoo, que imprevistos (mais ainda) acontecem e que viajar com bebês é possível sim!

E por aí, já viajaram com seus filhotes? Como foi?

Beijos, mamães!

PS: Para as mamães e papais comprarem a Papin é fácil. Ela é vendida na Pantik, que fica na Rua Capitão Araújo, 431 e na Morom, 1328. Fone: (54)3601-0830 e (54)3632-4770.

Papo de Mãe: um cangaceiro invadiu o Projeto Amor de Bebê

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Oi gurias, tudo bem?

Como foi o feriado por ai? Aqui em casa fomos viajar com a família, meu pai fez aniversário e fomos com toda a trupe Muccini para Gramado. Conto tudo no próximo post! Mas o que eu quero mostrar pra vocês como uma mãe super exibida é o ensaio do João Henrique do Projeto Amor de Bebê, com a talentosa Michele Sautner. Faz um tempinho que não postamos nenhuma foto do Projeto, então hoje vamos transbordar o blog com muita fofura, sou mãe e suspeita, mas sim, é muita fofura para pouca idade! <3

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É, ou não é para se apaixonar por esse cangaceiro?

A Michele vai estar em Recife, entre os dias 07 a 11 de novembro fotografando. E ela me contou que ainda tem agenda. #ficadica

Beijos mamães! :*

Papo de Mãe: A democracia da maternidade

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Oi gurias, tudo bem?

Com dez meses de maternidade ativa e muita reflexão a gente vai percebendo certas coisas, que antes eram óbvias, mas que só na maternidade elas se tornam plenas e beeemmmm reais. Uma delas é que durante o maternar, seja na gestação, pós-parto ou criação todas as mulheres acabam sendo iguais, não importando a classe social, instrução escolar, crenças e/ou qualquer outra classificação. E quando eu falo em igual é que todas elas vão ver o seu corpo durante a gestação mudar, o peito de todas vai aumentar, os incômodos – tão comuns ao momento – serão bem democráticos, o que irá mudar será a origem dos incômodos, mas eles com certeza estar lá. Todas terão muito medo, todas nós iremos sentir aquela ansiedade em querer segurar seu toquinho ou toquinha nos braços. Todas terão medo do parto, seja ele natural ou cesárea. Todas terão o período de adaptação depois do nascimento do bebê, o que vai mudar apenas é a intensidade, o endereço e o RG. Só.

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Todas nós teremos as mesmas perguntas:

A pega será que está correta?
Por que o meu bebê chora, será que é cólica?
O leite não desceu, e agora, posso complementar?
Chegou o momento das papinhas, meu filho fez cara feia, e agora?
Será que eu posso colocar temperos na comida salgada?
Qual a melhor cadeira?
Fiquei com a barriga saliente, e agora?
Meu cabelo está caindo, o que eu faço?

Várias e várias e várias e várias perguntas serão feitas, e serão as mesmas. Para todas. As pessoas sempre falam que ser mãe é padecer no paraíso, mas ninguém contou o que seria o tal padecimento e o tal paraíso. E se contassem muitas também não acreditariam. E sabem o porquê? Porque para cada uma é uma experiência, e esta experiência é democrática, todas tem e todas são diferentes. O que irá mudar será a nossa postura com relação a estas experiências. Os medos, anseios, dores e muuuuuuuitos amores serão bem democráticos. A relação com o marido não será a mesma de antes, e quem disser que nada mudou pode ter certeza que estará mentindo. Ela pode até ter melhorado, mas igual não será mais.

A equação muda e a matemática da vida faz com que a gente perceba que aquele somar no final da contas multiplicou. E multiplicou para todas! Todas as mulheres, todas as famílias, e o que faz com que esta multiplicação seja equilibrada é a postura de cada mãe, de cada pai, de cada família. Mas a multiplicação é unanime.

Certa vez vi um comercial sobre as diferentes posturas com relação à forma de maternar. As mães que amamentavam no peito exclusivamente, as mães que complementavam, as mães que usavam carrinhos contra as mães que usavam slings, as mães executivas que tiveram que voltar versus as mães que largaram o trabalho para se dedicarem integralmente a criação dos seus filhos. E em determinado momento um dos carrinhos se foi morro abaixo, e todas aqueles homens e mulheres correram atrás do carrinho para salvar o bebê. E é disso que a maternidade é feita, cada um do seu jeito, porém democraticamente todos querem o melhor, sempre.

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E todos passarão por todas as fases do vídeo game. E a calma será sua melhor amiga, sempre. O que vocês acham?

As fotos lindas do post são da Michele Sautner, do Projeto Amor de Bebê. <3

Um beijão mamães! #tamojuntas

Papo de Mãe: Sobre a introdução alimentar

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Oi gurias! Tudo bem?

A introdução alimentar é um dos momentos mais esperados e também de maior dúvida para as mamães, não é mesmo? E para mim não foi nada diferente. Eu não via a hora de poder experimentar junto com o João Henrique as descobertas deste momento. Começamos a introdução alimentar quando ele completou cinco meses, com as frutas. Lembro ainda hoje quando fui no mercado comprar as frutas para ele comer: pera e maçã Argentina, mamão papaia e banana prata. E mesmo eu trabalhando com agronegócio me confundi na hora e comprei uma outra maçã, a Fuji. Lá fui eu comprar a maçã Argentina, pois a Fuji não raspava.

Quando dei a maçã pro JH ele fez aquela cara de nojo suuuuper típica. Porém durante a gravidez eu havia lido bastante sobre o método BLW – Baby Led Weaning (que nada mais é do que dar em pedaços a comida – sejam frutas, vegetais ou ainda comida salgada), pensei: “Vou experimentar isso com o JH”. Dei a maçã pra ele e qual foi o meu espanto? Ele fez aquela cara super nojenta novamente. Troquei para a pera no dia seguinte, a mesma carinha de nojo, tentei a banana no terceiro dia, mesmo resultado: banana no chão, em cima da cadeira, na roupa e nem um pedaço na boca. Era uma cara de nojo e a boca cerrada. Fiquei tão decepcionada, pois estava esperando que ele fosse abrir o bocão e comer horrores. #sabedenadainoncente.

Foi aí que conversando com uma amiga sobre meu fracasso em introduzir as frutas, ela comentou que com o filho dela – ela já está no segundo, logo já estava em uma fase super avançada do vídeo-game materno – ela experimentava a mesma fruta por três dias seguidos, no lanche da manhã (que eu dou por volta de 9h30min/10h), e no lanche da tarde (lá pelas 15h30/16h). E não é que funcionou?! Nunca esqueço o dia em que o João Henrique comeu meia pera raspada inteira, e é claro, como mãe babona registrei este momento. Quem nunca, né? <3

Mamãe babona e feliz com a primeira metade de pera. <3
Mamãe babona e feliz com a primeira metade de pera. :D

Passado aquele primeiro mês consegui introduzir todas as frutas, e aí quando ele já havia experimentado o sabor de todas, eu criei coragem para entregar os pedaços inteiros e realmente começar com o BLW mais segura. Não que eu não pudesse tentar em BLW primeiro a sequencia das frutas, mas não me sentia segura para fazê-lo. Não acreditava muito no tal do gag reflex, que é o reflexo que ocorre na garganta quando o bebê ingere um alimento maior do que ele consegue engolir e expelem o pedaço, fazendo aquela carinha de ânsia.

Na segunda etapa foi a vez dos legumes, eu permaneceria com a mamada da manhã (nesta época eu ainda amamentava no peito), dava a fruta, e comecei a introdução dos vegetais no almoço. Nunca vou esquecer, o pediatra do JH nos orientou a dar legumes, e o único legume que me vinha a cabeça era batata (que na verdade é um tubérculo), e foi aí que recorri ao Santo Google, para me ajudar a fazer um cardápio de legumes que eu pudesse cozinhar. Fui pro mercado com uma lista gigante, entre eles estavam a batata, cenoura, vagem, beterraba, abobrinha… nesta brincadeira, acho que comprei todos os legumes e verduras possíveis e imagináveis. Cheguei em casa e pensei: como vou fazer tudo isso ornar? Montei um cardápio básico, com quatro legumes, uma carne e uma folha verde. Resultado: primeira papinha salgada um desastre! Foi aí que lembrei de um texto que fala como se fosse um bebê de seis meses escrevendo para os pais sobre a sua introdução alimentar e a primeira dica para os papais é:

“Por favor, preparem a minha comida com muitos temperos naturais. Eu não gosto de comida sem graça. Quanto mais cedo eu me acostumar com gostos fortes, menos dificuldade de aceitação eu terei quando crescer.”

Google vai, Google vem aprendi a fazer um super caldo de carne caseiro para usar nas comidas do João (outro dia faço um post ensinando ele, prometo). Foi a minha salvação! Coloquei os legumes, o caldo e vrá: lá estava o JH abrindo o bocão e comendo aquelas pratadas lindas que toda a mãe sonha em ver o seu filho comendo.

Porém, em um final de semana eu não percebi que havia ficado sem papinha pro JH, não tinha os legumes em casa e precisava deixar o #babyesquilo na casa da avó no horário do almoço. Foi aí que conheci a Papin, uma linha de papinhas integrais que a Pantik – uma daquelas padarias que você entra e não quer mais sair, sabe? – produz com todo o amor, carinho e cuidado que as só as mães tem com relação à comida do seus filhos. Conversando com a Aline, a nutricionista de lá (beijo, Aline), ela me contou sobre como é preparada as papinhas, os cuidados, os ingredientes selecionados. Me contou ainda que as texturas e ingredientes são separados por fase – 6 meses, 9 meses e 1 ano – enfim ela me conquistou e ganhou uma cliente!

papodemae - introducaoalimentar - maternidade - blogmocafresca - BLW - papin
Papinha de peito de frango, óleo de girassol, alho, cebola, arroz branco, cenoura, couve folha, grão de bico, salsão e água. Para bebês a partir dos seis meses e mamães famintas. Me deu água na boca!

A Aline ainda me contou que eles possuem também as frutas.

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Papinha de manga, também a partir dos seis meses. O JH ama manga!

É o sonho de consumo de todas as mamães! Papinhas naturais, saudáveis, livres de conservantes e mais baratas que as industrializadas.

Atualmente o João Henrique come as frutas de manhã (da jaca ao limão), sim ele come banana e mamão, por exemplo e aceita apenas em BLW. Aquela fruta amassadinha dos cinco meses e meio, ele faz cara feia, cerra a boca e nada faz com que se abra. Eu entrego uma banana inteira pra ele: pensem em uma criança feliz, e o melhor que come bem! Ele come o almoço ao meio dia, a fruta na metade da tarde, janta à tardinha, e o mamá antes de dormir.

Ahhh neste mês de outubro, mês das crianças, a Papin está com uma super promoção: comprando cinco papinhas, você leva uma de graça. Ou seja, seis papinhas pelo preço de cinco. Bebê saudável, comendo sem conservante, sem açúcar e mamãe feliz economizando! 😀 #equacaoperfeita

Para as mamães e papais comprarem a Papin é fácil. Ela é vendida na Pantik, que fica na Rua Capitão Araújo, 431 e na Morom, 1328. Fone: (54)3601-0830 e (54)3632-4770. 

E por aí como foi a introdução alimentar?

Beijos! :*