BLW

Papo de Mãe: Sobre a introdução alimentar

por

Oi gurias! Tudo bem?

A introdução alimentar é um dos momentos mais esperados e também de maior dúvida para as mamães, não é mesmo? E para mim não foi nada diferente. Eu não via a hora de poder experimentar junto com o João Henrique as descobertas deste momento. Começamos a introdução alimentar quando ele completou cinco meses, com as frutas. Lembro ainda hoje quando fui no mercado comprar as frutas para ele comer: pera e maçã Argentina, mamão papaia e banana prata. E mesmo eu trabalhando com agronegócio me confundi na hora e comprei uma outra maçã, a Fuji. Lá fui eu comprar a maçã Argentina, pois a Fuji não raspava.

Quando dei a maçã pro JH ele fez aquela cara de nojo suuuuper típica. Porém durante a gravidez eu havia lido bastante sobre o método BLW – Baby Led Weaning (que nada mais é do que dar em pedaços a comida – sejam frutas, vegetais ou ainda comida salgada), pensei: “Vou experimentar isso com o JH”. Dei a maçã pra ele e qual foi o meu espanto? Ele fez aquela cara super nojenta novamente. Troquei para a pera no dia seguinte, a mesma carinha de nojo, tentei a banana no terceiro dia, mesmo resultado: banana no chão, em cima da cadeira, na roupa e nem um pedaço na boca. Era uma cara de nojo e a boca cerrada. Fiquei tão decepcionada, pois estava esperando que ele fosse abrir o bocão e comer horrores. #sabedenadainoncente.

Foi aí que conversando com uma amiga sobre meu fracasso em introduzir as frutas, ela comentou que com o filho dela – ela já está no segundo, logo já estava em uma fase super avançada do vídeo-game materno – ela experimentava a mesma fruta por três dias seguidos, no lanche da manhã (que eu dou por volta de 9h30min/10h), e no lanche da tarde (lá pelas 15h30/16h). E não é que funcionou?! Nunca esqueço o dia em que o João Henrique comeu meia pera raspada inteira, e é claro, como mãe babona registrei este momento. Quem nunca, né? <3

Mamãe babona e feliz com a primeira metade de pera. <3
Mamãe babona e feliz com a primeira metade de pera. :D

Passado aquele primeiro mês consegui introduzir todas as frutas, e aí quando ele já havia experimentado o sabor de todas, eu criei coragem para entregar os pedaços inteiros e realmente começar com o BLW mais segura. Não que eu não pudesse tentar em BLW primeiro a sequencia das frutas, mas não me sentia segura para fazê-lo. Não acreditava muito no tal do gag reflex, que é o reflexo que ocorre na garganta quando o bebê ingere um alimento maior do que ele consegue engolir e expelem o pedaço, fazendo aquela carinha de ânsia.

Na segunda etapa foi a vez dos legumes, eu permaneceria com a mamada da manhã (nesta época eu ainda amamentava no peito), dava a fruta, e comecei a introdução dos vegetais no almoço. Nunca vou esquecer, o pediatra do JH nos orientou a dar legumes, e o único legume que me vinha a cabeça era batata (que na verdade é um tubérculo), e foi aí que recorri ao Santo Google, para me ajudar a fazer um cardápio de legumes que eu pudesse cozinhar. Fui pro mercado com uma lista gigante, entre eles estavam a batata, cenoura, vagem, beterraba, abobrinha… nesta brincadeira, acho que comprei todos os legumes e verduras possíveis e imagináveis. Cheguei em casa e pensei: como vou fazer tudo isso ornar? Montei um cardápio básico, com quatro legumes, uma carne e uma folha verde. Resultado: primeira papinha salgada um desastre! Foi aí que lembrei de um texto que fala como se fosse um bebê de seis meses escrevendo para os pais sobre a sua introdução alimentar e a primeira dica para os papais é:

“Por favor, preparem a minha comida com muitos temperos naturais. Eu não gosto de comida sem graça. Quanto mais cedo eu me acostumar com gostos fortes, menos dificuldade de aceitação eu terei quando crescer.”

Google vai, Google vem aprendi a fazer um super caldo de carne caseiro para usar nas comidas do João (outro dia faço um post ensinando ele, prometo). Foi a minha salvação! Coloquei os legumes, o caldo e vrá: lá estava o JH abrindo o bocão e comendo aquelas pratadas lindas que toda a mãe sonha em ver o seu filho comendo.

Porém, em um final de semana eu não percebi que havia ficado sem papinha pro JH, não tinha os legumes em casa e precisava deixar o #babyesquilo na casa da avó no horário do almoço. Foi aí que conheci a Papin, uma linha de papinhas integrais que a Pantik – uma daquelas padarias que você entra e não quer mais sair, sabe? – produz com todo o amor, carinho e cuidado que as só as mães tem com relação à comida do seus filhos. Conversando com a Aline, a nutricionista de lá (beijo, Aline), ela me contou sobre como é preparada as papinhas, os cuidados, os ingredientes selecionados. Me contou ainda que as texturas e ingredientes são separados por fase – 6 meses, 9 meses e 1 ano – enfim ela me conquistou e ganhou uma cliente!

papodemae - introducaoalimentar - maternidade - blogmocafresca - BLW - papin
Papinha de peito de frango, óleo de girassol, alho, cebola, arroz branco, cenoura, couve folha, grão de bico, salsão e água. Para bebês a partir dos seis meses e mamães famintas. Me deu água na boca!

A Aline ainda me contou que eles possuem também as frutas.

papodemae - introducaoalimentar - maternidade - blogmocafresca - BLW - papin2
Papinha de manga, também a partir dos seis meses. O JH ama manga!

É o sonho de consumo de todas as mamães! Papinhas naturais, saudáveis, livres de conservantes e mais baratas que as industrializadas.

Atualmente o João Henrique come as frutas de manhã (da jaca ao limão), sim ele come banana e mamão, por exemplo e aceita apenas em BLW. Aquela fruta amassadinha dos cinco meses e meio, ele faz cara feia, cerra a boca e nada faz com que se abra. Eu entrego uma banana inteira pra ele: pensem em uma criança feliz, e o melhor que come bem! Ele come o almoço ao meio dia, a fruta na metade da tarde, janta à tardinha, e o mamá antes de dormir.

Ahhh neste mês de outubro, mês das crianças, a Papin está com uma super promoção: comprando cinco papinhas, você leva uma de graça. Ou seja, seis papinhas pelo preço de cinco. Bebê saudável, comendo sem conservante, sem açúcar e mamãe feliz economizando! 😀 #equacaoperfeita

Para as mamães e papais comprarem a Papin é fácil. Ela é vendida na Pantik, que fica na Rua Capitão Araújo, 431 e na Morom, 1328. Fone: (54)3601-0830 e (54)3632-4770. 

E por aí como foi a introdução alimentar?

Beijos! :*