Argentina

Diário de Viagem: Mendoza, Argentina

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Oi, gente! Vamos começar oficialmente os posts sobre a minha viagem ao Chile! Como contei no post em que eu falei sobre o nosso roteiro, dormimos 2 noites em Mendoza, na Argentina.

Chegamos à noite, dormimos e no outro dia de manhã saímos dar uma volta ao redor do hotel – ficamos no Montañas Azules, na esquina da praça Chile, que é uma das quatro praças que circundam a praça mais importante da cidade, a Plaza Independencia. As outras são España, Itália e San Martín.

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Ruas beeem arborizadas de Mendoza! Se não fosse pelas árvores, o calor seria insuportável 😉

Pra ser sincera não achei essa praça nada demais, mas tem que ir pra conhecer. Pertinho dali fica a rua Sarmiento, onde é possível passear pelo seu calçadão cheio de cafés, sorveterias, restaurantes e lojas. No início do calçadão tem um centro de informações turísticas e casas de câmbio, caso precisem trocar dinheiro.

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Essas bicicletas que vendem café são comuns em volta das praças de Mendoza

Pra ter uma ideia mais ampla da cidade, decidimos fazer um city tour naqueles ônibus vermelhos. Vale muito a pena, assim a gente pode conhecer a cidade como um todo e escolher o que mais lhe agrada pra voltar com mais calma.

O que mais gostei na cidade foi o Parque San Martín – ele é enorme, maior do que o Central Park de Nova York! – e a avenida Aristides Villanueva, cheia de restaurantes, bares e pubs descolados!

O Parque San Martín é ideal pra praticar esportes (são quilômetros de ciclovias), fazer piqueniques ou simplesmente relaxar. No Cerro de la Gloria que fica dentro do parque se tem uma vista linda da cidade e das montanhas, além de lá estar uma enorme estátua do General San Martín.

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Estátua enorme do General San Martín

Fomos almoçar no Azafrán, que era um dos restaurantes que tinha anotado para ir. O lugar é uma fofura, com produtos dispostos em prateleiras como um armazém. A comida era muito boa, só achamos poucas opções de cervejas locais e o atendimento um pouco demorado, mas vale a pena pelo ambiente.

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No final do dia fomos passear na Aristides. É impressionante como eles saem de casa tarde pra jantar! Era 8 da noite e os restaurantes estavam começando a se organizar pra atender os clientes… São muitos lugares charmosos, com mesas na calçada, um clima tranquilo e ao mesmo tempo animado, sabe?

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Escolhemos para jantar o El Mercadito, uma espécie de restaurante de quintal. A decoração é super simples, mas muuuuito fofa! No cardápio, saladas, hamburgueres, ceviches, sucos naturais com misturas inusitadas… Tudo bem natural, adorei!

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Depois de jantar, fomos conhecer as cervejas artesanais do Antares, que fica na mesma rua. Bem bacana o ambiente e as cervejas também!

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No outro dia de manhã partimos para Santiago e gente! Nunca vi um caminho tão bonito! Começamos admirando os vinhedos que ficam nas proximidades de Mendoza – são muitos, vale a pena conhecer se tiverem mais tempo – de repente avistamos uma ponta da Cordilheira e olha que agora estamos no verão! Imagina no inverno como deve ser lindo. Íamos parando pra tirar fotos, claro!

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Ainda na estrada, paramos para uma caminhada no Parque Provincial Aconcagua. Que coisa mais linda, minha gente! A caminhada é uma delícia porque a gente tem muitas paisagens deslumbrantes a nossa frente. Olhem só pra terem uma ideia.

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Maravilhoso, né?

O próximo post será sobre Santiago! Até lá!

 Beijos!

Diário de Viagem: Nosso roteiro | de Passo Fundo ao Chile

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Olá! Nesse primeiro post sobre a minha viagem até o Chile quero explicar pra vocês o nosso roteiro. Fazia um tempo que estávamos – meu marido e eu – procurando um lugar para passar o reveillon. Não queríamos nada agitado, nem badalado, então surgiu a ideia de ir de carro para Santiago no Chile, que ainda não conhecíamos. Claro que, pela distância, tivemos que ajustar um roteiro com cidades no meio do caminho, pra que valesse a pena de verdade. Então o roteiro ficou assim: Partimos de Passo Fundo rumo a Paysandu no Uruguai só pra dormir mesmo (ficamos no Gran Hotel Paysandu). No outro dia, saímos cedinho para Mendoza, na Argentina. Lá ficamos duas noites. A cidade é uma boa pra quem curte vinhos, tem muuuitas vinículas ótimas pra conhecer – e degustar!

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Nossa turma! O parque do Aconcágua fica na estrada entre Mendoza e Santiago. Vale muuito parar, fazer a trilha e se surpreender com as paisagens

Aí, fomos para Santiago, onde ficamos 3 noites. Foi lá que passamos a virada! Foi super tranquilo, a cidade fica meio deserta porque a maioria dos santiaguinos vai à Viña del Mar passar o ano novo. No dia primeiro seguimos para o litoral do Pacífico. Ficamos 2 noites em Viña.

A partir daí fomos descendo. Nas minhas pesquisas tinha lido que Pucón, que fica numa região de lagos, tinha paisagens espetaculares (era verdade!), mas fica a 800km de Santiago! Para a viagem não ficar tão massante decidimos parar e dormir uma noite em Chillan que fica mais ou menos no meio do caminho entre Santiago e Pucón. Àquela altura da viagem foi providencial. Apesar das estradas serem boas, sem movimento, é importante não sacrificar muito o motorista, né gente? Falando em motorista, quem dirigiu o nosso carro – fomos em dois carros – foi o Lucas, meu marido piloto, kkkk! Sério, ele foi muito herói em dirigir 6.500km sozinho!

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Minha mana e eu depois de um almoço delícia na Coquinaria em Santiago – volto falar sobre Santiago nos próximos posts, ok?

Voltando ao roteiro… Ficamos 2 noites em Pucón, mas a nossa vontade era estender para mais um dia, tem muitas coisas pra se fazer lá. Acontece que não conseguimos trocar as datas dos hotéis. Paciência. Era hora de voltar… Tínhamos 3 dias para o retorno, então dividimos assim: Fomos de Pucón a Santa Rosa na Argentina – gente, a estrada aqui era na Pampa argentina, um deserto só, se alguém for fazer esse roteiro, lembrem-se de levar peso argentino porque os postos de combustíveis não estavam aceitando cartões de crédito e em muitos casos, nem tinham gasolina! Bem complicado. De Santa Rosa fomos até Payssandu no Uruguai. E de lá seguimos até Passo Fundo. Ufa!

Esse foi o nosso roteiro. Ao todo foram 13 dias de viagem. Ahh, e um detalhe que esqueci de contar: levamos nossas bicicletas! No fim, não pedalamos tanto, então pelo trabalho e pelo desgaste das bikes não sei se foi vantagem levar. Se tiverem dúvidas, perguntem nos comentários que vai ser um prazer ajudar! O próximo post sobre a viagem vai ser sobre Mendoza na Argentina. Até mais!

Beijinhos,

Nati