Viagens

Diário de Viagem: Heidelberg

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Ahh, que cidade mais linda! Heidelberg, com certeza, foi um dos lugares mais encantadores que já conheci. Sabe aquela cidade que te deixa inspirada e que a cada esquina você dá um suspiro? Então! Chegamos à noite e foi só deixar as malas no hotel pra gente ir desbravar a cidade. Heidelberg é uma cidade universitária, o que significa muita gente jovem e animada à noite, especialmente no sábado, quando chegamos.

Fomos procurar um lugar pra jantar e não poderíamos ter acertado tanto, logo de cara. O Lucas adora pesquisar no Trip Advisor pra achar restaurantes bacanas, mais insiders e com preço bom. Vocês sabem que a gente é fã de cerveja né? Então a ideia era sempre a mesma, achar um lugar com comida e cervejas boas, claro! O Palmbrau Gasse é aquele lugar movimentado, com clima de bar, mas com uma comidinha deliciosa. Indicamos muito.

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Ahh, as floreiras da Alemanha…

No primeiro dia inteiro em Heidelberg fomos visitar o castelo, o ponto turístico mais importante da cidade. Pra subir lá você compra um ingresso e sobe por um funicular, mas dá pra subir a pé também. Lá em cima a vista é divina. Aquelas casinhas com telhadinhos marrons, uma lindeza só. Com esse ingresso dá pra visitar a parte externa do castelo e os jardins, mas pra quem quer entrar lá dentro tem que comprar um outro ingresso. Nós decidimos ir e gostamos da visita, como é guiada, ajuda e muito a gente entender a história do lugar.

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A vista de cima do castelo

Já lá embaixo, encontramos a ponte antiga (Ante Bruecke), atravessamos e chegamos no caminho chamado Philosophenweg – ou em bom português, caminho dos filósofos. É um passeio gostoso de se fazer se você tem mais tempo na cidade. A vista é bem bonita e a caminhada é relaxante.

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Vista da cidade do Philosophenweg

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Centrinho, próximo da catedral

Heidelberg é aquele tipo de cidade pra se descobrir sem pressa, caminhando sem rumo e se perdendo por suas ruazinhas estreitas. Numa dessas, encontramos o restaurante e cervejaria – ah, como eu amo a Alemanha! – Kulturbrauerei. O pé direito altíssimo não tirava o aconchego do lugar. Sentamos numa das mesas coletivas e fomos felizes por algumas horas!

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Parte externa da cervejaria Kulturbrauerei

Na volta pro hotel – tínhamos que pegar um ônibus porque estávamos longe da cidade antiga – tomamos um banho de chuva DAQUELES – fechando com chave de ouro o nosso dia nessa cidade inesquecível.

No próximo post eu falo sobre Baden Baden, Floresta Negra e Freiburg. E se você você perdeu os outros posts sobre a Alemanha clica aqui. 

Espero que tenham gostado :)

Beijos,

Nati

Diário de Viagem: Mainz, Koblenz, Boppard, Bacharach

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Continuando os posts da viagem ao sul da Alemanha, vamos falar dessas cidadezinhas simpáticas do título. Pegamos nosso carro no aeroporto de Frankfurt ao meio dia e partimos em direção a Mainz. No final do dia dormiríamos em Heidelberg, mas a gente queria ir passeando, conhecendo as cidades menores a beira do rio Reno pelo estrada conhecida como o Caminho dos Castelos – era cada paisagem, cada cidadezinha… de não acreditar!

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Antes de viajar nós fizemos um roteiro com as cidades que gostaríamos de visitar e os pontos mais importantes em cada uma. Foi muito bom fazer isso, porque a gente não perde tempo pesquisando esses detalhes enquanto estamos viajando. Sabendo antecipadamente o que vamos fazer, conseguimos focar em aproveitar o passeio e os estresses são menores – acontecem, mas são bem menos frequentes (;

Mainz é uma cidade universitária a beira do rio Reno que fica a 44 km de Frankfurt, perfeita pra quem quer fazer um bate-volta. Adorei o clima da cidade, bem agitada, apesar de ser pequena. Cidades universitárias têm disso. Chegamos e fomos direto conhecer a catedral de Mainz, uma construção imponente em arenito vermelho, cuja obra se iniciou no ano de 975! Fico sempre chocada com essas datas. Demos sorte que estava tendo feirinha de produtores na praça, adoro essas feirinhas!

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Outro passeio gostoso de se fazer por lá é caminhar pela AugustinerStrasse, uma ruazinha repleta de casinhas em enxaimel, lojinhas, restaurantes, cafés. Muito delícia passear por ali e tirar muitas fotos.

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E não posso esquecer de citar que Mainz é a cidade de Gutenberg, o inventor da prensa, que revolucionou a produção de livros no século XV. Graças a essa invenção, os livros, que antes eram reproduzidos a mão, passaram a ser impressos e produzidos de forma mais rápida e barata. Não chegamos a ir no museu, mas pra quem tem mais tempo na cidade fica a dica de um passeio interessante.

Era hora de seguirmos caminho até Koblenz. Em cerca de 50 minutos estávamos chegando na cidade que é conhecida por estar situada na confluência dos rios Reno e Mosel, a famosa Esquina Alemã (Deutsches Eck). Colocamos o endereço no Google Maps e lá fomos nós subir no bondinho que nos leva até a fortaleza Festung Ehrenbreitstein, uma das maiores do mundo. Lá de cima é possível ter uma vista linda da cidade.

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No dia em que fomos estava tendo um festival, foi bem bacana. Depois de visitar a fortaleza por dentro, pegamos uma cervejinha, um crepe com banana e Nutella e ficamos curtindo um tempinho por lá.

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Conforme o nosso roteiro, seguimos até a simpática Boppard. Bem pequenininha, mas cheia de construções bem antigas. Como chegamos um pouco tarde, a cidade estava meio vazia, o que foi um pouco estranho. Estacionamos o carro bem na praça central, e caminhamos um pouco por ali.

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À 20 minutos de Boppard fica Bacharach, mas como estávamos com pressa – precisávamos chegar em Heidelberg pra fazer o check in no hotel – só descemos rapidinho e fizemos umas fotos. Pra quem tiver tempo vale a pena passear pelas ruelinhas estreitas da cidade e até comer um schnitzel em um dos restaurantes.

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Adoraria ter tido mais tempo pra fazer esse caminho e poder ter ficado mais em cada uma das cidadezinhas. É cada surpresa que a gente encontra no caminho… Impressionante a beleza das paisagens que o rio Reno proporciona, e o que falar dos castelos? Chegava a ser engraçado quando a gente começou a olhar pro lado e ver um castelo ali, passava 5 minutos e via mais outro, haha. A gente ficava imaginando como era a vida naquela época… naqueles lugarejos. Um lugar pra ficar guardado na nossa memória pra sempre.

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E a série de posts sobre a Alemanha continua na semana que vem, com a lindeza de Heidelberg, uma das mais lindas cidades da Alemanha. Até mais!

Como montei a minha mala-cápsula de verão

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Preciso começar esse post agradecendo às muitas leitoras que dedicaram um tempo do seu dia pra ler o post de segunda, sobre os meus 30 anos e minha nova fase! Fiquei imensamente feliz pelo retorno de vocês e com mais certeza ainda de que estou no caminho certo. Por isso, obrigada, de coração!

Lá no post (pra quem não leu, clica aqui) eu falei que encontrei no armário cápsula, no minimalismo e num estilo de vida mais simples uma forma de viver com mais significado. Tudo começou em junho desse ano, quando descobri o blog Unfancy. Desde lá comecei a pesquisar – e muito – sobre o assunto e claro, tive a ideia de transformar todos esses questionamentos e descobertas num novo blog.

Estou trabalhando nele desde lá, e estou ansiosa pra compartilhar tudo com vocês. Mas enquanto isso, não posso ignorar essa minha nova fase por aqui, né. Como falei no outro post, o Moça vai continuar, mas com uma nova abordagem.

Deixando isso claro, queria contar pra vocês como foi viajar com peças bem reduzidas na mala – lembrando que o conceito de armário cápsula, minimalismo e toda minha trajetória nesse novo estilo de vida vai ser esmiuçado no novo blog, ok?

Bem, eu sempre me preocupei em não exagerar na mala. Quem me conhece sabe que sempre procurei levar o essencial – mas que hoje vejo que não era tão essencial assim. Sempre gostei de pesquisar sobre viajar leve e tenho muita curiosidade pelo assunto. E claro que o fato de viajar bastante contribuiu pra eu ter mais prática em fazer a mala e saber o que vale a pena levar e o que é bobagem.

Como a ideia dessa viagem pra Alemanha não era comprar – até porque estou numa fase sem compras – sabia que tinha que levar tudo que precisaria. Pra ficar mais objetivo vou listar como eu me organizei. Olha só.

1. Conferi o clima do destino. Fui em julho, o que significa alto verão na Europa. Ia precisar de roupas fresquinhas e confortáveis.

2. Busquei inspirações e referências no Pinterest. Criei um board no meu perfil com referências de verão (se quiser conferir ele está aqui). Ia colocando lá todas as imagens de looks de verão que gostava e que tinha a ver com o meu estilo.

3. Fiz um check list com as peças e cores mais vistas nas inspirações. Por exemplo, tinha vários looks com shortinho jeans, com camiseta listrada, com tênis de oncinha. Ia anotando todas essas coincidências numa lista. Esse foi o resultado:

* Cores: branco, jeans, azul, listrado, preto, cinza.

*Peças-chaves: Short jeans, camisa jeans, camiseta listrada, camiseta branca com grafismo, camiseta branca solta, camiseta cinza, calça branca, jeans destroyed, oncinha no pé.

mala cápsula - verão - alemanha - minimalismo 3

4. Pesquisei quantas peças iria precisar para os dias que passaria viajando. Minha viagem teve 17 dias. Isso não significa que você vai levar opções pra 17 looks! O ideal é levar looks pra 7 dias. Aí no restante do tempo você vai repetindo ou sendo criativo, usando peças em diferentes combinações. Vou listar o meu exemplo:

Partes de baixo: 1 calça jeans, 1 calça branca, 1 bermuda jeans, 1 short jeans = 4 partes de baixo.

Partes de cima: 1 camiseta branca, 1 camiseta cinza, 1 camiseta grafite, 1 camiseta com grafismo, 1 camiseta listrada, 1 blusa manga longa listrada, 1 camisa manga curta estampa p&b, 1 camisa manga longa bege, 1 blusa preta peplum, 1 camisa jeans, 1 jaqueta jeans com capuz = 11 partes de cima.

Sapatos: 1 rasteira, 1 sapatilha cinza, 1 slip on de oncinha, 1 bota Timberland = 4 sapatos. ps. Como estava indo pra Alemanha queria comprar um Birkenstok por lá (:

Total = 19 peças.

Outros: 1 bolsa a tiracolo, 2 biquínis, 1 pijama, calcinhas, meias, 2 óculos – mas como meu marido perdeu o dele no início da viagem, emprestei um pra ele, e acabei só usando o meu Clubmaster, como dá pra perceber nas fotos (;

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5. Escolhi as peças que tinham a ver com as cores que eu defini anteriormente. Pensar sempre em peças confortáveis e que conversem entre si. No fim, todas as partes de cima devem poder ser usadas com as partes de baixo.

Como no verão a gente costuma suar mais resolvi levar bem mais partes de cima do que de baixo. O bom é que são peças leves e que não ocupam espaço na mala, né. Levei uma mala média, que ficou bem folgada. Claro que com secador de cabelo, escova, produtos de beleza e maquiagem a mala tende a pesar mais.

Veredito: No fim, eu usei todas as peças! Acho que pela primeira vez na VIDA! haha As que mais usei foram as camisetas branca, a cinza e a listrada, e o short e bermuda jeans. A calça branca consegui usar 3 vezes e depois não rolou mais, hihi.

Usei só duas vezes a camisa de manga longa bege (essa eu levei com um fim específico mesmo, que era pra usar no festival de música eletrônica que a gente foi no fim da viagem, mas acabei usando na noite do meu aniversário também).

E depois que comprei a Birken usei demais e aposentei minha rasteira – levei a Melissa Flox, que funcionou super bem também! A bota Timberland levei porque sabia que íamos fazer caminhadas mais longas e subir no Zugspitze, que é o pico mais alto da Alemanha, e lá em cima é bem frio.

mala cápsula - verão - alemanha - minimalismo 2

Acabei comprando, como já falei, a Birken (modelo Arizona), um casaco impermeável pra chuva e pra subir no Zugspitze (tava bem frio no dia) e uma camiseta na H&M pra usar no voo de volta. A nossa mala foi direto de Frankfurt pra Porto Alegre, e ficamos uma noite em Lisboa, haha. Foi engraçado, mas nos viramos bem! Uma dica é sempre levar uma muda de roupa na mala de mão, viu?

Bom, gente. O post ficou gigante! Espero que vocês tenham compreendido bem o meu processo. Se tiverem dúvidas, perguntem nos comentários. Mas posso dizer que levar poucas peças foi ótimo para o bom andamento da viagem. Sabia exatamente o que eu tinha, aquilo que ia sujando colocava no fundo da mala, foi bem prático mesmo! Vale a pena! E acho que apesar de ter levado poucas peças montei looks charmosinhos. Enfim, fiquei bem satisfeita!

Para a próxima viagem vou levar ainda menos, gostei da brincadeira! 😉

Um beijo,

Nati

Diário de viagem: Frankfurt

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E os posts da viagem a Alemanha começam pela primeira cidade que visitamos, Frankfurt! O nosso voo era Porto Alegre-Lisboa | Lisboa-Frankfurt. Aí decidimos dormir duas noites na cidade. Já tinha lido que Frankfurt é uma cidade bastante industrial e que não tinha nada de muito interessante. Mas eu sou daquelas que prefere ver com os próprios olhos. E outra, na faculdade estudei a Escola de Frankfurt e tinha curiosidade de conhecer o lugar que inspirou tantos intelectuais escreverem sobre a Teoria Crítica hehe

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Muitas bikes e o rio Main, que corta a cidade

Pra falar a verdade, Frankfurt foi a cidade que menos gostei na viagem. Mas não me arrependo de ter conhecido não. A começar pela nossa hospedagem. Ficamos no Das Lindenberg, um hotel super charmoso – pra quem me acompanha no Instagram viu a fofura que era a decoração – e com ótima localização.

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Sala de estar do Das Lindenberg, cute!

Na primeira noite fomos desbravar os arredores do hotel, pertinho das margens do rio Main. Chegamos numa quinta-feira e tinha uma galera nas margens do rio bebendo, tanto nas mesas coletivas – clássicas na Alemanha – quanto em toalhas no chão. O clima era muito bom! E o engraçado era que por mais que fosse uma “festinha” não tinha música! A gente não sabe se é proibido, pra não atrapalhar a vizinhança. Mas foi bem interessante de observar.

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Saimos dali e fomos caminhando até o restaurante/pub Klosterhof. Sentamos no biergarten, que é um lugar ao ar livre que o pessoal vai pra tomar cerveja e comer comidas típicas. Excelente lugar pra sentir o estilo alemão de viver a vida.

No dia seguinte tínhamos o dia todo pra bater perna. E escolhemos fazer tudo a pé mesmo! A cidade é plana, o que é muito bom pra caminhar. Fomos até o centro comprar um chip pro celular do Lucas – que precisava por uma questão de localização mesmo, já que depois alugamos um carro que não tinha GPS. E fomos até a parte antiga de Frankfurt, conhecida como Romer. E ali começou o meu amor pelas casinhas em arquitetura enxaimel, coisa mais querida.

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Sentamos em um dos restaurantes da praça, pedimos uma salsicha branca que era servida com pretzel, mostarda doce e chucrute e fomos felizes (:

À tarde fomos caminhando até o Palmen Garten, o jardim botânico da cidade. No caminho encontramos um mercado lindo – o Frankfurter Kleinmarkthalle – e claro que entramos pra conferir. Uma dica é sempre, eu disse SEMPRE, conhecer os mercados das cidades que se visita. É uma ótima forma de ver as comidas típicas, as frutas, as flores da região e também os preços. Sem falar nos costumes dos locais. Eu adoro! O local é super antigo, de 1890, e tem diversos produtos. Se não for comprar nada, pelo menos sairá com ótimas fotos.

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Já no Palmen Garten, vale passear por todo o parque. No dia que fomos estava super quente, então era legal ver as crianças brincarem nos parquinhos com água – e a vontade era de me juntar a elas, hehe. Fiquei boba com as flores, lindas lindas.

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Na volta, passamos na praça onde fica a Antiga Ópera de Frankfurt, considerada uma das melhores casas de ópera da Europa. Um belo prédio de 1880 e que foi destruído na Segunda Guerra Mundial. Aliás, é impressionante ver tantos prédios históricos que foram destruídos e hoje estão ali, super bem preservados.

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Falei que tava calor? Não resisti e entrei na fonte, pelo menos pra molhar os pezitos (;

Àquela hora já estávamos com fome e pedimos indicação pra um alemão, que falava português, que conhecemos bebendo cerveja numa naquelas mesas comunitárias que falei antes. Tão legal! Ele nos recomendou um restaurante bem tradicional que fica numa região bem antiga da cidade, Alt Sachsenhausen, do outro lado do rio. Lá fomos nós! O lugar se chama Apfelwein Fichtekranzi e tem uma área externa super concorrida e pratos típicos.

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Depois da bomba calórica, fomos passear pela região. O sol já estava indo embora, deixando a luz da cidade ainda mais bonita.

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Fomos dormir já que no outro dia tínhamos que buscar o carro no aeroporto e partir pra Mainz, assunto do próximo post.

O que mais vocês gostam nos posts de viagem? Me contem nos comentários (:

A primavera e a cidade

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Estar em Nova York na primavera sempre foi um desejo meu. Aliás, sempre quis conhecer todas as “Nova Yorks”, mas principalmente na primavera e no outono. Pra mim, as estações mais lindas, charmosas e que mais encantam aos olhos. A minha primeira vez foi no verão. Mas tivemos sorte, porque não tava muito quente. A segunda, no inverno, que deixa tudo muito lindo – ah, a neve! – mas nada prático. Sair toda encasacada num frio negativo não faz de uma viagem a mais agradável.

Dessa vez fomos na primavera. Ah, que lindeza! Não imaginava ser tão lindo. Sou suspeita, porque amo flores – o lado romântico dentro de mim não parava de suspirar por lá. As magnólias, as tulipas, as cerejeiras… Tudo tão intenso, tão singelo e ao mesmo tempo, tão rico.

Toda vez que via um canteiro, parava, fotografava e ficava admirando. Adoro cidades com estações definidas e Nova York é assim, bem clichê. O inverno é branco, o verão é quente, a primavera florida. Agora só falta conhecer o outono na cidade. Mal posso esperar pra encontrar uma Nova York em tons quentes e alaranjados. Mas por enquanto fiquem com a primavera mais linda que já vi.

primavera - NYC 7 primavera - NYC 5 DCIM100GOPROGOPR3543. primavera - NYC 12 primavera - NYC 3 primavera - NYC 10 DCIM100GOPROGOPR3663. primavera - NYC 2 primavera - NYC 9 DCIM100GOPROG0113570. DCIM100GOPROGOPR3660. primavera - NYC 8

Não parece de mentira? 

**pra ler todos os posts sobre Nova York, clica aqui.

Um beijo,

Nati