Comportamento

Meu look: Artesana Food

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Vocês sabem que eu viajo bastante. Sei que tenho muita sorte por isso, já que é uma das coisas que mais amo fazer na vida. Quer me fazer feliz? Me coloca dentro de um carro, de um avião, o que seja, e me leva viajar!

Viajar me levou a conhecer muita coisa. Ver e perceber muita coisa. Uma delas é como os gringos aproveitam os espaços públicos. Fico boba nos parques, nas ciclovias, nos parquinhos das crianças. A comunidade ajuda, se envolve na manutenção, há uma colaboração de todos pra que aquele lugar esteja ali, bonito, limpo, organizado. O que me leva a perceber também como nós não ocupamos esses espaços. Muito por falta de segurança, já que levar nossas crianças na praça requer coragem e não conseguimos ficar tranquilos. Isso realmente me deixa triste.

Bem, toda essa introdução pra explicar o motivo da minha alegria com o evento Artesana Food que aconteceu no sábado, dia 9, aqui em Passo Fundo. Tão bom ver as pessoas felizes, na praça, sorrindo, encontrando com amigos, brincando, aproveitando realmente um espaço que é nosso! Tava doida pra postar logo as fotos que fizemos por lá com a Michele Sautner. Ficaram lindas e bem no clima do evento! Que seja o primeiro de muitos… Olha só.

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Bata: H&M (comprada agora em Nova York) | Calça: American Eagle Outfitters | Tênis: Superga | Chapéu: comprado numa lojinha na Bleecker St. em NY. 

ps. a make super linda e natural, do jeito que gosto, foi a minha amiga Paulinha Petrini que fez. A Paula faz maquiagens pra casamentos, formaturas, eventos, enfim. Indico muito o trabalho dela, viu? O contato pode ser pelo Facebook nesse link.

Curtiram as fotos?

A vida não é colorida, é colorível

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Li essa frase no texto 60 lições para aprender até os 30 anos, do site Casal sem Vergonha e tive que anotar, tipo pra VIDA. Num mundo dominado pelas redes sociais, onde quanto mais likes você tem, mais amado você é, invejar a felicidade do outro é quase inevitável.

Agora, o que ninguém pergunta é O QUE o outro fez – e sofreu, e caiu, e levantou – pra estar ali. Achei essa frase sensacional porque realmente acredito que a vida não é colorida de graça. Quantas lágrimas derrubamos até que o relacionamento engrenasse e desse certo? Quantas noites insones passamos até que o negócio dos sonhos decolasse? Quantas dúvidas tivemos até que uma ótima decisão fosse tomada?

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A gente precisa entender que tudo tem uma consequência. Tanto pro bem, quanto pro mal. Você quer muito ter um namorado, mas quando aparece um cara legal não se esforça pra ser uma pessoa mais amável e tolerante? Deseja muito uma promoção, mas não busca se aperfeiçoar e se relacionar bem com os colegas? Acha incrível alguém ter uma família amorosa, mas não estimula o amor dentro de casa?

Precisamos pensar mais no que podemos fazer pra melhorar a pessoa que somos. Não vale ficar com a bunda no sofá esperando a vida sonhada bater à porta. Ela não vai bater. Só se você for atrás dos seus sonhos. Um por um. Como uma folha em branco, temos que aprender a colorir nós mesmos.

Beijos,

Nati

Papo de mãe!

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Outro dia sentamos uma amiga e eu para um café. Conversa vai, conversa vem, começamos a falar sobre trabalho (ela também é jornalista) e filhos – ela é mãe de primeira viagem e eu estou numa fase de considerar a maternidade como algo mais palpável na minha vida.

Ela começou a falar que eu deveria escrever sobre esse assunto no blog, já que esse espaço é uma extensão da minha vida mesmo. Daí surgiu a ideia: porque não ela contar sobre sua descoberta como mãe? Assim, novas e futuras mamães, como eu, teremos mais informação pra dividir neste espaço só nosso. Pautas conversadas, periodicidade fechada (todo mês vocês encontrarão a coluna por aqui!), risadas divididas e é isso, um novo projeto se inicia.

Com vocês, Verônica!

vero

Quando iniciamos um projeto ou ainda aceitamos um novo desafio a primeira coisa que fizemos é apresentar-se. E como tal meu nome é Verônica Vargas Muccini, sou jornalista e mãe. Todos me conhecem como Veve Muccini. Tenho um menino lindo de três meses, o João Henrique ou baby esquilo, como o chamamos desde quando estava na barriga (longa história, conto em outro post…rs…). E a partir de agora escreverei no blog dividindo com vocês todas as peripécias, delícias e dores da maternidade, sem frescura e com todo amor e carinho. 

A gente sempre sonha com momentos importantes, né? Como quando iremos casar, quando descobriremos que estamos grávidas e contaremos para o nosso companheiro. No meu caso foi tudo meio de sopetão. Na noite que descobri que estava grávida eu e meu marido morávamos em Caxias do Sul, e não tem como esquecer o frio de renguear cusco, como fala o bom gaúcho, que estava naquele dia. Passei o dia com umas dores meio esquisitas, não era muscular, mas também não eram as famosas dores menstruais. Liguei para o Henrique, meu marido, que estava trabalhando, avisando que iria no Pronto Socorro, porém ele não conseguiu ir comigo, fui sozinha – cinco anos morando sozinha em São Paulo cria os monstrinhos da independência. 

Chegando no hospital uma gentil enfermeira me perguntou o que eu estava sentindo, expliquei que tinha muita dor mas que não conseguia identificar a origem dela, logo não sabia que tipo de medicamento tomar. Feita a triagem chegou a médica e expliquei os mesmos sintomas. Ela sem pestanejar me disse que pela minha descrição e localização da dor poderia ser apendicite, e que para certificar-se ela iria me encaminhar para fazer uma ecografia do abdômen completo, enquanto isso me deram um soro e remédio para a dor na veia. Eu estava tranquila, esperando a minha vez de ser chamada para a ecografia, o remédio para dor pingava e acabei adormecendo. Meia hora depois fui fazer a ecografia para a tal da retirada do apêndice. 

Deitei na maca, gelaaaaaaada por sinal, e o médico começou a fazer o exame. Eu notei que ele passava e passava e passava o aparelho na minha barriga e passou mais uma vez aquele treco com um gel mais gelado ainda, na quarta vez que ele passou me perguntou: “A senhora é casada?”, sim respondi. “A senhora namora com o seu marido?”, juro que foi essa a pergunta e  pensei o que esse homem quer saber da minha vida íntima, mas minha mãe me deu educação e fiquei com a resposta mal criada pra mim,  disse ao médico que sim. Foi aí que veio a pergunta que me gelou a espinha (mais do que ela já estava por estar naquela maca gelada), “Como está a sua menstruação?”, atrasadinha, respondi. E então veio a notícia, a “senhora está grávida de oito semanas”. Fiquei atônita, sem reação nenhuma, óbvio que o médico percebeu e disse: “acho que não era planejado, mas fica feliz você e seu marido serão muito felizes, parabéns”. Pensei, pronto o médico agora virou vidente. E sim, ele estava certo. 

Nesse meio tempo meu marido me monitorava por whatsapp pra saber como eu estava. Até ele chegar no hospital mil e uma coisas passaram na minha cabeça e a principal era o tempo que eu já estava grávida. O-I-T-O semanas, oito semanas são dois meses, em dois meses eu trabalhei, fui pra uma das maiores feiras agrícolas do país, a Agrishow em Ribeirão Preto (SP), ahhhh  esqueci de contar sobre mim, que sou assessora de imprensa especializada em agronegócio, carreguei peso, tomei um porre, cai, enfim, fiz tudo que uma mulher grávida não poderia fazer.

Quando o Henrique chegou no hospital eu estava dormindo, já tinha chorado, rezado, pensado nas oito semanas.  E ele me pergunta o que era que eu tinha, só respondi: “o que é amor, estou grávida”. Meu marido, na época meu noivo,  tão atônito quanto eu só dizia tem certeza? Tem certeza? Cadê o exame? Cadê o exame de sangue? Nisso caminhou uma maratona na sala de recuperação, ligou pra minha sogra, andou mais meia maratona na sala de recuperação, falou com a minha sogra novamente, a médica nos liberou e fomos embora.

No caminho de casa ele só me diz: ” Amor! Vamos comer alguma coisa? Estou morto de fome!”. E aquela noite terminou no drive-thru do McDonalds. 

E vocês mamães como foi a sua descoberta?

Sobre ser otimista

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Outra noite estava com a cabeça a mil, não conseguia dormir de jeito nenhum e a insônia se instaurou nesse corpinho. Tinha algumas novidades pra digerir, não que eu estivesse preocupada, mas a questão era que eu não parava de pensar e o sono não vinha. A vontade naquela hora era levantar e tentar resolver tudo. Mas mesmo que quisesse nada poderia ser resolvido naquele momento, na verdade, nem na manhã seguinte.

Aí comecei a pensar no meu trabalho, no meu casamento, nos meus desejos, comecei a colocar a minha cabeça em ordem, sabe? E comecei a pensar em quão otimista eu sou. E como isso faz diferença na maneira de eu ver as coisas. Os problemas podem aparecer – eles sempre aparecem – mas a questão é onde a gente foca. Se foca no problema, se fazendo de vítima e acreditando que o mundo está contra você, ou se foca na solução. Pensa que o problema está aí pra ser resolvido da melhor forma, e se não tem solução, ter a tranquilidade de aceitar.

sobreserotimista

Quem se concentra no problema só somatiza as coisas ruins. Não consegue enxergar que tudo, por mais doloroso que seja, tem sempre um lado bom. Não tô dizendo que a pessoa não pode chorar, se descabelar, gritar, ficar triste. Pode e deve. Mas depois disso é importante tentar seguir em frente. E mais do que isso, perceber que passar por o que quer que seja só vai te deixar mais forte, e uma pessoa mais incrível.

Que a gente consiga ser mais amiga da gente mesma, dizendo que tudo, no final, vai dar certo.

Beijos,

Nati

Links da semana: viagem, blogs e Facebook

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Vamos retomar a tag links da semana? Aqui tem uma compilação de tudo o que mais gostei de ler na Internet nesses últimos dias – e vocês estão convidados a me enviar links bacanas também! Encontrei muito conteúdo legal a respeito desse universo complexo dos blogs, assunto que adoro ler e tenho o maior interesse. Redes sociais e viagens também estão sempre entre as minhas leituras favoritas. Espero que gostem. Boa leitura!

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Texto incrível sobre a importância tanto das revistas de moda quanto dos blogs pra cultura e história social da moda

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Quer matar o feed de notícias do seu Facebook? Nesse post você aprende como

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Sobre viagem, economia e prioridades

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Dicas práticas e úteis pra quem quer viajar mas tem dúvidas de como comprar passagens aéreas

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Fantasia x realidade: Carol Burgo divaga lindamente sobre o que as leitoras querem ver nos blogs atualmente

Bom final de semana, pessoal! 

Com carinho,

Nati