outubro 2015

Decoração: Estilo Minimalista

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É normal quando a gente se apaixona por um estilo – seja de moda, seja de vida – ele virar meio que o nosso assunto oficial, né. E o minimalismo virou uma paixão pra mim. Tanto que ando super apaixonada por essa estética também na decoração.

Como algumas de vocês sabem eu moro numa chácara que não tem nada de minimalista. Minha casa tem mais uma pegada romântica e rústica, que aliás adoro também. Mas o fato é que ando querendo dar uma renovada e o minimalismo veio numa boa hora. Esse estilo pede muito branco, preto, cinza, usa madeira, pontos verdes (que podem ser cactus, suculentas, pendentes aéreos), além dos famosos pelegos, que adoro, e acho que fazem toda a diferença por “esquentar” esses ambientes que tendem a ficar mais “frios”. Outra opção para dar uma carinha minimalista a sua casa são os quadrinhos com moldura preta e paspatur branco. Pôsteres, ilustrações, cartões com alguma frase ou palavra e até fotos em preto e branco são boas pedidas. Vamos ver algumas referências?

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Adorei demais a ideia da parede branca com pontinhos pretos. Bem divertido :) Também gosto da ideia de colorir com algum ponto de tom pastel, como rosa e amarelo. Notem que os objetos são cheios de personalidade, parece que tudo é feito para que a casa tenha a cara do quem mora ali.

O que vocês acham dessa estética? Usariam na sua casa?

A mágica da arrumação, de Marie Kondo

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Se você está predisposto a fazer uma bela limpa na sua casa esse livro é pra você. Marie Kondo é japonesa, e desde criança amava organizar os espaços por onde vivia. Na escola, enquanto os amiguinhos gostavam de brincar no pátio, ela preferia ficar na sala, organizando as prateleiras de livros. Mas ela jura que mesmo quem nunca gostou de fazer isso pode ter uma vida em ordem graças às suas técnicas.

Como a ideia é não acumular, comprei um e-book :)

Desde que comecei a me interessar pelo minimalismo, parei de comprar livros impressos. Já tenho muitos em casa! A opção foi comprar o e-book (comprei na iTunes Store, por $4,99). Sempre tive receio de ler no iPad ou no celular, mas gostei da experiência, viu? Achei bacana porque dá pra optar pela tela mais escura para ler à noite – que é o horário que geralmente leio – e assim não cansa os olhos 😉

Mas porque o livro é tão inspirador e faz tanto sucesso?

O principal objetivo do método que Marie Kondo desenvolveu é arrumar direito somente uma vez na vida. Para ela, essa é a chave para manter a casa organizada para sempre. Ela explica: “No momento que você começa a se desfazer de coisas e a mudar os móveis de lugar, o ambiente muda. É bem simples. Se realmente fizer um esforço para colocar a casa em ordem, terá feito uma arrumação completa.”. Segundo ela, quando você enxergar a sua casa organizada não vai querer mais viver de outra forma, evitando assim o efeito-rebote (que acontece quando a organização vira uma bagunça novamente).

Para ela, organizar é uma tarefa muito simples. O trabalho envolve basicamente duas ações: decidir se vai ou não jogar fora, e depois definir onde guardar tudo. Aliás, isso é um dos principais ensinamentos que o livro me trouxe. Saber que tudo tem que ter um lugar. Sabendo isso fica muito mais fácil manter as coisas organizadas.

No livro ela ensina sua técnica para decidir se um objeto fica ou sai. Basicamente você tem que pegar todos os objetos nas mãos e se perguntar se aquilo lhe traz alegria. Se a resposta for sim, ele fica. Se você não tem certeza é porque ele pode ser descartado.

O livro é bem gostoso de ler, e a todo momento a vontade é largar tudo e começar a arrumação da casa já. Ela ensina técnicas, mas mais do que isso, nos inspira a querer uma vida sem acúmulo. Aconselho a leitura para quem quer começar o destralhe da casa. Mas já adianto, reserve no mínimo um final da semana pra isso, já que o método Marie Kondo não aconselha a ideia de fazer aos poucos. O negócio é mergulhar de cabeça!

Estou usando várias técnicas na minha casa, mas confesso que o negócio de fazer tudo de uma vez só ainda não tive coragem 😉 E você, já leu o livro? O que achou?

Diário de Viagem: Garmish + Zugspitze

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O legal de viajar com calma é que a gente tem a oportunidade de conhecer várias facetas de um mesmo lugar. Se em Fussen a gente conheceu castelos, em Garmish-Partenkirchen encontramos uma Alemanha mais natural, com direito a passeio em um belíssimo gorge e uma subida incrível à montanha mais alta do país, Zugspitze. Pra quem, como nós, adora caminhadas ao ar livre e paisagens deslumbrantes, essa região é um prato cheio.

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Garmish-Partenkirchen, na verdade, são duas cidades independentes, que se uniram para sediar os Jogos Olímpicos de inverno de 1936. Aliás, pra quem curte esqui e esportes de inverno em geral, a cidade é o lugar para estar. Mas se engana quem pensa que no verão não tem nada pra se ver – e fazer. Além do gorge (The Partnach Gorge) e das montanhas, Zugspitze e Alpspitze, existem inúmeras trilhas de hiking e um centrinho histórico muito charmoso, as pinturas nas casas são impressionantes!

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Papo de Mãe: Sobre a introdução alimentar

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Oi gurias! Tudo bem?

A introdução alimentar é um dos momentos mais esperados e também de maior dúvida para as mamães, não é mesmo? E para mim não foi nada diferente. Eu não via a hora de poder experimentar junto com o João Henrique as descobertas deste momento. Começamos a introdução alimentar quando ele completou cinco meses, com as frutas. Lembro ainda hoje quando fui no mercado comprar as frutas para ele comer: pera e maçã Argentina, mamão papaia e banana prata. E mesmo eu trabalhando com agronegócio me confundi na hora e comprei uma outra maçã, a Fuji. Lá fui eu comprar a maçã Argentina, pois a Fuji não raspava.

Quando dei a maçã pro JH ele fez aquela cara de nojo suuuuper típica. Porém durante a gravidez eu havia lido bastante sobre o método BLW – Baby Led Weaning (que nada mais é do que dar em pedaços a comida – sejam frutas, vegetais ou ainda comida salgada), pensei: “Vou experimentar isso com o JH”. Dei a maçã pra ele e qual foi o meu espanto? Ele fez aquela cara super nojenta novamente. Troquei para a pera no dia seguinte, a mesma carinha de nojo, tentei a banana no terceiro dia, mesmo resultado: banana no chão, em cima da cadeira, na roupa e nem um pedaço na boca. Era uma cara de nojo e a boca cerrada. Fiquei tão decepcionada, pois estava esperando que ele fosse abrir o bocão e comer horrores. #sabedenadainoncente.

Foi aí que conversando com uma amiga sobre meu fracasso em introduzir as frutas, ela comentou que com o filho dela – ela já está no segundo, logo já estava em uma fase super avançada do vídeo-game materno – ela experimentava a mesma fruta por três dias seguidos, no lanche da manhã (que eu dou por volta de 9h30min/10h), e no lanche da tarde (lá pelas 15h30/16h). E não é que funcionou?! Nunca esqueço o dia em que o João Henrique comeu meia pera raspada inteira, e é claro, como mãe babona registrei este momento. Quem nunca, né? <3

Mamãe babona e feliz com a primeira metade de pera. <3
Mamãe babona e feliz com a primeira metade de pera. :D

Passado aquele primeiro mês consegui introduzir todas as frutas, e aí quando ele já havia experimentado o sabor de todas, eu criei coragem para entregar os pedaços inteiros e realmente começar com o BLW mais segura. Não que eu não pudesse tentar em BLW primeiro a sequencia das frutas, mas não me sentia segura para fazê-lo. Não acreditava muito no tal do gag reflex, que é o reflexo que ocorre na garganta quando o bebê ingere um alimento maior do que ele consegue engolir e expelem o pedaço, fazendo aquela carinha de ânsia.

Na segunda etapa foi a vez dos legumes, eu permaneceria com a mamada da manhã (nesta época eu ainda amamentava no peito), dava a fruta, e comecei a introdução dos vegetais no almoço. Nunca vou esquecer, o pediatra do JH nos orientou a dar legumes, e o único legume que me vinha a cabeça era batata (que na verdade é um tubérculo), e foi aí que recorri ao Santo Google, para me ajudar a fazer um cardápio de legumes que eu pudesse cozinhar. Fui pro mercado com uma lista gigante, entre eles estavam a batata, cenoura, vagem, beterraba, abobrinha… nesta brincadeira, acho que comprei todos os legumes e verduras possíveis e imagináveis. Cheguei em casa e pensei: como vou fazer tudo isso ornar? Montei um cardápio básico, com quatro legumes, uma carne e uma folha verde. Resultado: primeira papinha salgada um desastre! Foi aí que lembrei de um texto que fala como se fosse um bebê de seis meses escrevendo para os pais sobre a sua introdução alimentar e a primeira dica para os papais é:

“Por favor, preparem a minha comida com muitos temperos naturais. Eu não gosto de comida sem graça. Quanto mais cedo eu me acostumar com gostos fortes, menos dificuldade de aceitação eu terei quando crescer.”

Google vai, Google vem aprendi a fazer um super caldo de carne caseiro para usar nas comidas do João (outro dia faço um post ensinando ele, prometo). Foi a minha salvação! Coloquei os legumes, o caldo e vrá: lá estava o JH abrindo o bocão e comendo aquelas pratadas lindas que toda a mãe sonha em ver o seu filho comendo.

Porém, em um final de semana eu não percebi que havia ficado sem papinha pro JH, não tinha os legumes em casa e precisava deixar o #babyesquilo na casa da avó no horário do almoço. Foi aí que conheci a Papin, uma linha de papinhas integrais que a Pantik – uma daquelas padarias que você entra e não quer mais sair, sabe? – produz com todo o amor, carinho e cuidado que as só as mães tem com relação à comida do seus filhos. Conversando com a Aline, a nutricionista de lá (beijo, Aline), ela me contou sobre como é preparada as papinhas, os cuidados, os ingredientes selecionados. Me contou ainda que as texturas e ingredientes são separados por fase – 6 meses, 9 meses e 1 ano – enfim ela me conquistou e ganhou uma cliente!

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Papinha de peito de frango, óleo de girassol, alho, cebola, arroz branco, cenoura, couve folha, grão de bico, salsão e água. Para bebês a partir dos seis meses e mamães famintas. Me deu água na boca!

A Aline ainda me contou que eles possuem também as frutas.

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Papinha de manga, também a partir dos seis meses. O JH ama manga!

É o sonho de consumo de todas as mamães! Papinhas naturais, saudáveis, livres de conservantes e mais baratas que as industrializadas.

Atualmente o João Henrique come as frutas de manhã (da jaca ao limão), sim ele come banana e mamão, por exemplo e aceita apenas em BLW. Aquela fruta amassadinha dos cinco meses e meio, ele faz cara feia, cerra a boca e nada faz com que se abra. Eu entrego uma banana inteira pra ele: pensem em uma criança feliz, e o melhor que come bem! Ele come o almoço ao meio dia, a fruta na metade da tarde, janta à tardinha, e o mamá antes de dormir.

Ahhh neste mês de outubro, mês das crianças, a Papin está com uma super promoção: comprando cinco papinhas, você leva uma de graça. Ou seja, seis papinhas pelo preço de cinco. Bebê saudável, comendo sem conservante, sem açúcar e mamãe feliz economizando! 😀 #equacaoperfeita

Para as mamães e papais comprarem a Papin é fácil. Ela é vendida na Pantik, que fica na Rua Capitão Araújo, 431 e na Morom, 1328. Fone: (54)3601-0830 e (54)3632-4770. 

E por aí como foi a introdução alimentar?

Beijos! :*

SuCasa: Oriente

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O post SuCasa dessa semana traz objetos com referência oriental para deixar a sua casa ainda mais interessante e especial. Peças como elefantes, baús de madeira, cestarias, lanterna, cheirinhos picantes são apostas da loja para incrementar o seu ambiente.

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SuCasa | Rua Independência, 640 | Passo Fundo | Telefone: 54 3313-8976 | 

A SuCasa envia seus produtos para todo o Brasil