junho 2015

Projeto Amor de Bebê

por

Meninas, preparem-se para uma enxurrada de “ownnnns”. Isso porque chegou a hora de eu apresentar pra vocês o Projeto Amor de Bebê da querida e talentosíssima fotógrafa Michele Sautner! A gente tá tão apaixonada por essas fotos que não dá pra explicar :)

Como uma coisa leva a outra, depois da coluna Papo de Mãe, escrita pela Verônica, surgiu a ideia de ilustrar esse nosso espaço com o nosso pitoco, João Henrique, que já está de seis meses. Não poderia ter sido mais lindo. Na hora, pensei em convidar a Michele pra esse desafio. E ela amou a ideia! E melhor, vai fotografá-lo para o seu projeto Amor de Bebê, todos os meses. Sabe aquele acompanhamento mensal? Pois é. O JH vai ficar bem registrado pelo olhar da Miche. Sorte dele. E nossa também! Que vamos ter o prazer de ver uma sessão como essa todos os meses por aqui.

Cada mês tem uma temática diferente. Sempre no estilo “foto-poesia”, típico do trabalho da Michele. Esse primeiro ensaio foi com a mamãe Verônica. Mal posso esperar pra clicarmos os próximos!

projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 1 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 4 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 2 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 3 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 6 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 7 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 9 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 12 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 15 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 10 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 16 projeto amor de bebê - michele sautner - mocafresca 14

Simplesmente e-n-c-a-n-t-a-d-a gente!

Curiosa pra saber o que acharam! Gostaram da ideia de mostrar o acompanhamento desse fofucho por aqui?

Pra falar com a Michele, é só clicar nesse link aqui ou então ligar pra ela no telefone (54)3581-1974.

Meu look: Girlie no inverno

por

Pelos termômetros hoje deve ser o dia mais frio do ano. Até agora! Acordei pra ir na academia e lá fora tava fazendo – gélidos – 3 graus! É, o inverno, finalmente resolveu mostrar a que veio, pelo menos aqui no sul. Clicamos esse look num dia quente, na verdade, mas queria postar num dia que tivesse mais a carinha da estação. Bingo!

natigrazziotin - look - winter 7

Amei tanto esse look. Super a minha cara. Essa saia da Renner é super charmosa. Esse modelo em “A” dá a impressão de pernas mais finas, viu?  Usei com a minha bota over the knee sem salto da Schutz. Pra quem tem dúvidas, esse é o modelo de bota desse inverno. Adorei a combinação com a saia. Pra dar uma aquecida, usei essa manta, que na gringa se chama blanket (traduzindo: cobertor!), da Zara. Aliás, comprei esse quando estava em Vancouver, mas já vi pelas bandas de cá. Adoro o ar despretensioso desse look. Espero que inspirem vocês também.

natigrazziotin - look - winter3 natigrazziotin - look - winter 2 natigrazziotin - look - winter 5 natigrazziotin - look - winter 6natigrazziotin - look - winter 4

Saia: Renner | Tricô: Anselmi | Blanket: Zara | Gorro: Zara | Bota: Schutz

E aí, o que acharam do look? E das fotos? Michele arrasa, gente!

Fotos: Michele Sautner

Make: Paula Petrini

Casa Gaia: Jacquard bordado

por

Pensa num vestido obra-prima, em cores lindas e bordados incríveis. Pensou? Então dá uma olhada nesse Renata Campos que fotografamos para a Casa Gaia, gente. Quando a Cândida me mostrou a peça fiquei boba com os detalhes e a beleza do trabalho. Na hora fiquei super animada pra fotografar e mostrar pra vocês.

Um vestido desse porte vai super bem numa festa mais formal sim, viu? A gente tem que abrir a nossa cabeça pra vestidos de festa. O efeito desse jacquard é lindo no corpo e todos os bordados são feitos à mão. Uma maravilha. Deem uma olhada nas fotos e depois me contem se gostaram, ok?

casa gaia vestido  (62) casa gaia vestido  (283) casa gaia vestido  (107) casa gaia vestido  (74) casa gaia vestido  (146) casa gaia vestido  (98) casa gaia vestido  (250)

Casa Gaia | Capitão Eleutério, em frente ao Manno Escobar Cabeleireiros | Passo Fundo | Telefone: 54 3622-6188

Gostaram?

Make e hair: Manno Escobar Cabeleireiros

Fotos: Guto Escobar

Papo de mãe: Renascer através de outros olhos

por

A Vero é minha primeira amiga a ficar grávida. A primeira a se tornar mãe. Nunca pensei que isso fosse mexer tanto comigo. Fico cheia de orgulho dela, observando dia a dia – nos nossos encontros e nas mensagens no Whatsapp – como um bebê pode deixar uma família mais feliz e uma mulher ainda mais mulher. Acabei de ler o texto que vocês lerão agora. Me emocionei. Tão lindo. Tão intenso. O nascimento é mesmo um momento inexplicável. Espero que gostem e se emocionem como eu :) E a partir de agora o João Henrique nasceu na nossa coluna!

BabyEsquilo_4

Já na primeira consulta uma pergunta que sempre vem à mente das futuras mamães é: qual a data prevista de parto? E no meu caso a data prevista seria dia 8 de janeiro de 2015. Ainda bem que a data é apenas prevista, pois o João Henrique resolveu nascer um mês antes. Eu fiquei cerca de um mês de repouso, meu colo do útero estava começando a ficar amolecido. Na última consulta antes do João Henrique nascer a médica havia dado uma semana de prazo, seria dia 12 de dezembro de 2014, uma sexta-feira, mas meu menino resolveu vir dois dias antes. Era 10 de dezembro de 2014, quarta-feira. As 10h40min da manhã tínhamos a consulta derradeira agendada para ver se chegaríamos até o dia 12. Eu estava com 36 semanas e cincos dias de gestação. Já havia tirado da minha cabeça a ideia do parto normal. Por conta da minha trombofilia o risco de qualquer complicação era grande, e se eu o deixasse vir ao natural o risco de trombos era maior ainda, e eu já tinha alguns trombos na placenta. Não iria coloca-lo em perigo.

Três dedos de dilatação, cesárea marcada para as 21h e lá estávamos eu e meu marido a caminho do hospital. Mil e uma coisas passaram pela minha cabeça, eu só pensava que naquela noite eu teria o meu pequeno nos braços e a sensação era estranha, confesso. Estranha, pois não tinha como descrevê-la.  Acho que até hoje, seis meses depois, não consigo explicar. O dia foi tranquilo, apesar de passar ele em trabalho de parto. Descobri depois que sou uma boa parideira, não sinto muita dor. As enfermeiras me perguntavam o grau de dor e para qualquer outro ser humano seria um oito, talvez nove, mas para mim era um seis. Aquela tarde parecia que não passava. O quarto estava cheio e isso me deixava feliz. Amigos e familiares, estávamos todos ansiosos esperando o João Henrique chegar. O enfeite da porta da maternidade já estava posto, as lembrancinhas organizadas, o hobby de oncinha separado, minha amiga Fabi tirava as fotos e o batom e a maquiagem meticulosamente passada. Quase próximo ao horário marcado nos dirigimos à maternidade, e aquele corredor nunca foi tão longo. Eu estava a minutos de conhecer o nosso filho. Saber que o teria nas mãos me deixava tranquila e ao mesmo tempo em choque, confesso.

Entrei na maternidade e conversei com o João Henrique, ainda na barriga, como uma espécie de hora do tchau, um momento meu e dele, nosso último momento sendo apenas um. Expliquei que em minutos ele estaria em meus braços e que seríamos três. Eu, Henrique e João Henrique. A picada da anestesia não doeu nada, toda aquela história da dor da RAC, tipo da anestesia, não a senti, acho que senti mais adrenalina que no dia que fiz rafting. Meu coração batia descompassado e os próximos trinta minutos foram os trinta minutos mais longos da minha vida. Eu queria que tudo ficasse bem.

Existia a possibilidade de o pulmão do João Henrique não estar bem formado, apesar de eu ter tomado a injeção para acelerar este processo. E a única coisa que eu queria era ouvir o seu choro. Ai depois eu estaria aliviada. Certa vez lendo textos sobre o nascimento de bebês, li que o primeiro sentimento que surge após a chegada não é o amor, e sim o alívio. Alívio do seu filho ter nascido com saúde, alívio por ter dado tudo certo no parto, alívio por saber que aquela placenta que abrigou o seu filho não teria mais trombos para impedir qualquer crescimento. Alívio.

Quando João Henrique nasceu a primeira pergunta que fiz ao meu marido foi, e o pulmão dele? E a resposta foi, está bem. Mas eu senti que não estava bem e que algo estava errado. A pediatra me entregou o JH nos braços, tiramos uma foto e só a ouvi dizer prepara a CTI, que estamos subindo (ou descendo, sempre confundo). Henrique passou por nossos familiares na porta da maternidade e internou o nosso filho. João Henrique Muccini Longhi nasceu com 2.885kg e 49cm, as 21h32min, saudável, porém com dificuldade para respirar. Meu medo se confirmou e lá se foi meu pequeno guerreiro para a neonatal fazer surfactante. Pude pegar ele no colo apenas um dia depois do seu nascimento. Eu sabia que ele estava bem e que precisava apenas de uma ajuda para respirar. Mas, internamente, já começava a primeira cobrança, por que ele precisaria passar por tudo aquilo. E ai a leoa nasceu.

Foram quatro dias de CTI neonatal e seis no hospital por conta do pulmão e de uma infecção. Nestes dias descobri uma vida paralela. Uma vida de mães de bebês prematuros e que desde que nasceram já lutam para viver. O meu pequeno na CTI era o maior. Ao seu lado tinha um menino de pouco mais de 600 gramas, e aquilo sim me assustou. Eu só poderia agradecer e dizer muito obrigada a Deus pela saúde do meu filho.

No lactário, uma das experiências mais diferentes que já vivenciei, conheci uma mãe que havia ganhado gêmeos há 90 dias, e um deles infelizmente faleceu, o outro estava na época com 2.200kg, e a alegria do ganho de peso foi compartilhada pela primeira vez. Naquele momento eu vi que cada grama contava. E que o fato de você ir ao lactário e no meu caso ficar uma hora e meia para sair 10ml de colocostro era a tradução de amor. Aprendi a compartilhar alegrias, a alegria compartilhada por cada alta, por cada grama conquistada, por cada pequena vitória. Dia a dia as vitórias eram compartilhadas em uma família que se formava na CTI. Quando João Henrique foi para o quarto chorei tanto, mas tanto que a felicidade e o medo tomaram conta de mim, mas ai veio a leoa pronta para cuidar, zelar e brigar com quem fosse preciso pela sua cria.

Dez dias depois, cem gramas perdidas, o primeiro banho dado, a primeira roupa posta, sem mais máquinas, cateteres e picadas nos pequenos braços do meu bebê, recebemos a notícia mais feliz que poderíamos ter, João Henrique estava de alta. Poderíamos, finalmente, ir para casa.

Pedi, gentilmente, para a minha amiga Fabiana Beltrami fazer um breve relato sobre fotografar um momento tão especial, ai vai:

“Fazer as fotografias da Veronica, do Henrique e do JH, me deixou preocupada tecnicamente porque nunca tinha tirado fotos de um nascimento. Arrumar equipamento, carregar a bateria, escolher a lente e deixar o cartão vazio, parecia que era só isso que eu precisava preparar, mas não. Registrar o meu primeiro bebê em seu nascimento não foi fácil, parece clichê, mas para mim foi difícil. Não porque é uma cena forte, porque tu vê a expectativa de uma família em receber uma pessoinha que vai depender de muita gente e de alguns anos para se tornar um adulto e que é preciso registrar o momento mágico. Pra mim não foi bem assim. Foi difícil. Foi difícil porque me preocupo com a despreocupação das pessoas com o meio ambiente, com as pessoas que não atravessam na faixa de segurança e que os carros, cada dia mais potentes, transitam de um lado para o outro em alta velocidade na cidade. E, principalmente, que este bebê um dia vai ser um adulto sendo moldado por tudo o que vai passar ao seu redor – amigos, família, escola, emprego, rua, sol, chuva… Posso ser um pouco pessimista em relação ao futuro que cultivamos para os pequenos que chegam. Mas, ao mesmo tempo em que foi difícil durante o parto, que segui até minha casa a pé, aos prantos, eu me senti encantada com a energia ao redor desta criança. Fiz fotos, capturei imagens, mas o que ali tinha era uma roda de amor energizando o JH, para que a sua trajetória neste planeta seja a mais alegre, proveitosa e saudável possível. Ao ver os adultos nesta espera me faz ser mais suave e acreditar que a sorte, de um mundo com mais amor, está entre nós, mas profundamente desejo que esteja com todas as famílias que recebem a preciosidade da vida em seu lar. Até o JH nascer eu não queria ter filhos, no início de junho fotografei mais um parto, a do meu afilhado Pedro. Acho que os partos me pegaram de jeito e agora está surgindo um “quem sabe precisarei alguém que registre pra mim?!…”.

Decoração: Estilo Escandinavo

por

Olá gente! Vocês tem Pinterest? Quem tem já me segue por lá? É só procurar por Nati Grazziotin, ok? Lá vocês encontram meus “boards” onde coloco tudo que me inspira separado em categorias. Tem desde moda, beleza, doces, tatuagens, até boards dedicados a portas e cadeiras (adoro, ué!). O último que criei é específico a um estilo decorativo que ando amando, o escandinavo. Provavelmente você já conhece mas não sabia que se chamava assim. É um estilo clean com toques de rusticidade, como esses que ilustro o post.

decoraçãoescandinava1

A Escandinávia é uma região do norte da Europa que abrange a Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca. O Estilo Escandinavo surgiu no inicio do século XX e adquiriu as características dos artesanatos regionais e paisagens destas regiões. Carlo Larsson é o desenhista que influenciou o estilo escandinavo de interiores, combinando cores neutras e elementos levemente envelhecidos.  O estilo combina o tradicional com o moderno. – Lola Home

Os ambientes são claros e iluminados principalmente por luz natural (amo!), e as cores que se destacam são o cinza e preto. Elementos como lâmpadas aparentes, madeira, tapete de bicho, plantas verdes, almofadas e mantas com texturas são bem característicos. A mistura do moderno com o rústico e o tradicional também é a cara do estilo escandinavo.

decoraçãoescandinava9 decoraçãoescandinava6 decoraçãoescandinava5 decoraçãoescandinava3

É um estilo simples mas com certeza cheio de charme. Dá à casa um aspecto de revista, não dá? Aposte em móveis e objetos de tons neutros e claros, e pra quebrar a frieza do branco componha com peças em materiais quentes como móveis de madeira, almofadas e mantas de linho, lã, e não esqueça de uma plantinha aqui e acolá.

PRIVAT APARTMENT decoraçãoescandinava8 decoraçãoescandinava4Que vontade de mudar todo o estilo da minha casa por esse, gente! Acho tão lindo e convidativo.

E vocês, o que acham do estilo escandinavo?