SPFW: curiosidades sobre o maior evento de moda do Brasil

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Não. Esse não é um post com as tendências do verão 2016 apresentadas na Semana de Moda de São Paulo. E sim, um apanhado das minhas impressões sobre o evento. Como foi a primeira vez que fui e sempre tive curiosidade pra saber como o evento funcionada, pensei em fazer esse post pra matar a curiosidade de curiosas, como eu! hehe

SPFW

Bom, primeira coisa. Sempre vejo nas redes sociais gente perguntando como ter acesso ao SPFW. Se precisa de convite, se compra ingresso… afinal como faz pra estar lá dentro? Bem, a notícia triste é que sim, você precisa de convite ou credencial pra ter acesso a estrutura montada no Parque Villa Lobos. E mesmo que você tenha credencial não significa que você terá acesso aos desfiles, viu? Só mesmo ao pavilhão. Pra ver os desfiles você necessariamente precisa ter um convite, que é distribuído pelas marcas e assessorias. Resumindo. Você precisa conhecer alguém do meio ou ser convidada mesmo pela marca, o que é muito legal. Geralmente quem é convidado é o pessoal da impressa (editoras de revistas, bloggers, televisão), compradores importantes e convidados especiais do estilista/marca.

Os desfiles do SPFW acontecem numa estrutura montada dentro do Parque Villa Lobos (em duas salas) e também em locais da cidade. Teve desfile que aconteceu em museu, em galeria de arte, na FAAP. Isso quem define é a marca. O calendário completo, com toda a programação e os locais dos desfiles, a gente encontra no site do FFW.

Dito isso, vamos falar da estrutura. Como falei antes, o SPFW funciona num pavilhão, que é montado especialmente para o evento. Esta foi a segunda edição que o SPFW acontece no Parque Villa Lobos. Antes era na Bienal, que fica dentro do Parque do Ibirapuera.

Lá dentro são montados os lounges de parceiros do evento, como a Glamour, Vogue, Marie Claire e GNT. Nestes lounges só entram convidados. Aberto ao público mesmo tinha algumas atrações, como um “stand” da Riachuelo, com ponto de carregador de celular (super concorrid0s!), da Chilli Beans, da Magnum, uma loja da FFW com produtos bem bacanas – tinha até barbearia lá dentro! – e um lounge da Visit Florida, que de tempos em tempos eles abriam ao público. Quando lotava, entrava só quem tinha pulseira (:

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A praça de alimentação – fofa! – com food trucks que vendiam comidinhas, foi um xodó pra quem queria fotografar looks do dia. As luzinhas e a grama sintética dava um ar bem “Pinterest” ao lugar!

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E por fim, a exposição de fotos “Sonhando acordado” do fotógrafo Bob Wolfenson celebrou os 20 anos do SPFW com imagens de modelos, estilistas, artistas e gente de várias áreas em diferentes estilos, mas sempre numa cama, produzida pela mmartan. Produção linda, aliás.

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Antes dos desfiles acontecia tipo uma loteria pra quem não tinha convite, na frente das salas. As assessorias ficavam atrás de uma mesa com alguns convites, e o pessoal se virava nos 30 pra conseguir um. Impressionante!

No convite tem o número da sua fileira (de A a E) e se você está do lado Par ou Ímpar. Em cima do seu lugar as assessorias deixam um release com informações da coleção e alguns brindes. No do Ronaldo Fraga, por exemplo, tinha um material bem lindo com referências a Paraíba, onde ele fez todo um trabalho com artesãs de lá, e também às sereias, que pra ele representam a força do feminino.

Bom, gente, acho que é isso, “falei” demais já. Espero que eu tenha sanado as dúvidas de vocês sobre o evento!

E se tiverem mais alguma dúvida, pergunte nos comentários. Vou adorar responder! 

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