março 2015

Vídeo: VLOG no Festival da Cerveja em Blumenau

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Oi gente! Como estão? Semana passada fui até Blumenau pra participar do Festival Brasileiro da Cerveja. Pra quem não sabe, meu marido tem uma cervejaria (a Farrapos/Lake Side) e tínhamos um stand por lá. Foi muito legal, e cansativo também. A gente trabalhou e se divertiu bastante. Pra mostrar um pouco da movimentação que rolou por lá, gravei um VLOG! Mas tenho que dizer que ainda não peguei o jeito de vlogueira, viu? haha Sempre esquecia de gravar! Mas o resultado vocês conferem em vídeo, ó!

ps. Fiquei bem feliz que a Suellen, leitora aqui do blog, foi lá no stand me conhecer! Era a última noite e eu tava toda suada e descabelada, haha! Faz parte da vida, né? #realidades

Se inscreva no canal, assim você assiste os vídeos em primeira mão (;

É isso, gente! Gostaram do vlog?

SuCasa: Esculturas de metal e madeira

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Dois materiais bem improváveis de serem utilizados juntos, o metal e a madeira, são a matéria prima das esculturas super diferenciadas e com toque oriental que o blog fotografou pra vocês. Além dos materiais serem bem originais, a carinha simpática dos bichanos deixa qualquer ambiente mais cool e moderno. Vejam só.

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Não são peças lindas? Eu amei!

SuCasa | Rua Independência, 640 | Passo Fundo | Telefone: 54 3313-8976 | A SuCasa envia seus produtos para todo o Brasil

A vida não é colorida, é colorível

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Li essa frase no texto 60 lições para aprender até os 30 anos, do site Casal sem Vergonha e tive que anotar, tipo pra VIDA. Num mundo dominado pelas redes sociais, onde quanto mais likes você tem, mais amado você é, invejar a felicidade do outro é quase inevitável.

Agora, o que ninguém pergunta é O QUE o outro fez – e sofreu, e caiu, e levantou – pra estar ali. Achei essa frase sensacional porque realmente acredito que a vida não é colorida de graça. Quantas lágrimas derrubamos até que o relacionamento engrenasse e desse certo? Quantas noites insones passamos até que o negócio dos sonhos decolasse? Quantas dúvidas tivemos até que uma ótima decisão fosse tomada?

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A gente precisa entender que tudo tem uma consequência. Tanto pro bem, quanto pro mal. Você quer muito ter um namorado, mas quando aparece um cara legal não se esforça pra ser uma pessoa mais amável e tolerante? Deseja muito uma promoção, mas não busca se aperfeiçoar e se relacionar bem com os colegas? Acha incrível alguém ter uma família amorosa, mas não estimula o amor dentro de casa?

Precisamos pensar mais no que podemos fazer pra melhorar a pessoa que somos. Não vale ficar com a bunda no sofá esperando a vida sonhada bater à porta. Ela não vai bater. Só se você for atrás dos seus sonhos. Um por um. Como uma folha em branco, temos que aprender a colorir nós mesmos.

Beijos,

Nati

Papo de mãe!

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Outro dia sentamos uma amiga e eu para um café. Conversa vai, conversa vem, começamos a falar sobre trabalho (ela também é jornalista) e filhos – ela é mãe de primeira viagem e eu estou numa fase de considerar a maternidade como algo mais palpável na minha vida.

Ela começou a falar que eu deveria escrever sobre esse assunto no blog, já que esse espaço é uma extensão da minha vida mesmo. Daí surgiu a ideia: porque não ela contar sobre sua descoberta como mãe? Assim, novas e futuras mamães, como eu, teremos mais informação pra dividir neste espaço só nosso. Pautas conversadas, periodicidade fechada (todo mês vocês encontrarão a coluna por aqui!), risadas divididas e é isso, um novo projeto se inicia.

Com vocês, Verônica!

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Quando iniciamos um projeto ou ainda aceitamos um novo desafio a primeira coisa que fizemos é apresentar-se. E como tal meu nome é Verônica Vargas Muccini, sou jornalista e mãe. Todos me conhecem como Veve Muccini. Tenho um menino lindo de três meses, o João Henrique ou baby esquilo, como o chamamos desde quando estava na barriga (longa história, conto em outro post…rs…). E a partir de agora escreverei no blog dividindo com vocês todas as peripécias, delícias e dores da maternidade, sem frescura e com todo amor e carinho. 

A gente sempre sonha com momentos importantes, né? Como quando iremos casar, quando descobriremos que estamos grávidas e contaremos para o nosso companheiro. No meu caso foi tudo meio de sopetão. Na noite que descobri que estava grávida eu e meu marido morávamos em Caxias do Sul, e não tem como esquecer o frio de renguear cusco, como fala o bom gaúcho, que estava naquele dia. Passei o dia com umas dores meio esquisitas, não era muscular, mas também não eram as famosas dores menstruais. Liguei para o Henrique, meu marido, que estava trabalhando, avisando que iria no Pronto Socorro, porém ele não conseguiu ir comigo, fui sozinha – cinco anos morando sozinha em São Paulo cria os monstrinhos da independência. 

Chegando no hospital uma gentil enfermeira me perguntou o que eu estava sentindo, expliquei que tinha muita dor mas que não conseguia identificar a origem dela, logo não sabia que tipo de medicamento tomar. Feita a triagem chegou a médica e expliquei os mesmos sintomas. Ela sem pestanejar me disse que pela minha descrição e localização da dor poderia ser apendicite, e que para certificar-se ela iria me encaminhar para fazer uma ecografia do abdômen completo, enquanto isso me deram um soro e remédio para a dor na veia. Eu estava tranquila, esperando a minha vez de ser chamada para a ecografia, o remédio para dor pingava e acabei adormecendo. Meia hora depois fui fazer a ecografia para a tal da retirada do apêndice. 

Deitei na maca, gelaaaaaaada por sinal, e o médico começou a fazer o exame. Eu notei que ele passava e passava e passava o aparelho na minha barriga e passou mais uma vez aquele treco com um gel mais gelado ainda, na quarta vez que ele passou me perguntou: “A senhora é casada?”, sim respondi. “A senhora namora com o seu marido?”, juro que foi essa a pergunta e  pensei o que esse homem quer saber da minha vida íntima, mas minha mãe me deu educação e fiquei com a resposta mal criada pra mim,  disse ao médico que sim. Foi aí que veio a pergunta que me gelou a espinha (mais do que ela já estava por estar naquela maca gelada), “Como está a sua menstruação?”, atrasadinha, respondi. E então veio a notícia, a “senhora está grávida de oito semanas”. Fiquei atônita, sem reação nenhuma, óbvio que o médico percebeu e disse: “acho que não era planejado, mas fica feliz você e seu marido serão muito felizes, parabéns”. Pensei, pronto o médico agora virou vidente. E sim, ele estava certo. 

Nesse meio tempo meu marido me monitorava por whatsapp pra saber como eu estava. Até ele chegar no hospital mil e uma coisas passaram na minha cabeça e a principal era o tempo que eu já estava grávida. O-I-T-O semanas, oito semanas são dois meses, em dois meses eu trabalhei, fui pra uma das maiores feiras agrícolas do país, a Agrishow em Ribeirão Preto (SP), ahhhh  esqueci de contar sobre mim, que sou assessora de imprensa especializada em agronegócio, carreguei peso, tomei um porre, cai, enfim, fiz tudo que uma mulher grávida não poderia fazer.

Quando o Henrique chegou no hospital eu estava dormindo, já tinha chorado, rezado, pensado nas oito semanas.  E ele me pergunta o que era que eu tinha, só respondi: “o que é amor, estou grávida”. Meu marido, na época meu noivo,  tão atônito quanto eu só dizia tem certeza? Tem certeza? Cadê o exame? Cadê o exame de sangue? Nisso caminhou uma maratona na sala de recuperação, ligou pra minha sogra, andou mais meia maratona na sala de recuperação, falou com a minha sogra novamente, a médica nos liberou e fomos embora.

No caminho de casa ele só me diz: ” Amor! Vamos comer alguma coisa? Estou morto de fome!”. E aquela noite terminou no drive-thru do McDonalds. 

E vocês mamães como foi a sua descoberta?

4 maneiras de usar camisa branca

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Sim, a camisa branca é peça clássica no nosso guarda-roupa. É super versátil e pode passear por diversos estilos, desde a mais romântica até a underground. Pensando nisso, resolvi selecionar alguns looks bem diferentes com a peça, pra mostrar que um boa camisa branca pode te salvar em diversas ocasiões. Vejam só.

1. Sendo clássica. Com saia lápis – mais formal – ou plissada – bem no estilo colegial moderna. 

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2. Sendo básica. Camisa branca com jeans. Tem combo mais gostoso?

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3. Sendo romântica. Com estampas florais.

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4. Sendo fashionista. Fazendo a camisa de vestido. 

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Clássica, básica, romântica ou fashionista. Qual o estilo combina mais com você?