dezembro 2014

Dias de verão na SuCasa

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E o verão oficialmente chegou! Tempo de sol, calor, mar e piscina! Coisa boa, né gente? Pensando nesses dias bem veranis montamos uma seleção de peças para usar na piscina, itens que vão deixar as tardes de sol muito mais charmosas.

sucasa - verão - decoração

Tem bandeja pra tomar café, porta-talheres, porta-copos, futons com estampas lindas, cestos e mais. Olha só.

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Nosso agradecimento especial ao Riviera Café, que disponibilizou o nosso café da manhã veranil. Ficou lindo (:

SuCasa | Rua Independência, 640 | Passo Fundo | Telefone: 54 3313-8976 | A SuCasa envia seus produtos para todo o Brasil

 

Jasper National Park

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Oi gente! Os nossos posts sobre a viagem ao Canadá estão chegando ao fim ): Mas ainda tem Banff, pra se despedir! Massss, tenho certeza que minha experiência de intercâmbio/morar sozinha/fora do Brasil vai render mais conversa por aqui. Afinal, tem muita gente que gostaria de fazer intercâmbio e até morar fora, coisa que eu estou cada vez com mais vontade, viu? Mas isso é assunto para um próximo post.

Hoje vamos falar sobre o Jasper National Park, um dos parques onde se localizam as famosas montanhas rochosas. Partimos de Whistler pra Jasper e a primeira dica é: fique com os olhos bem abertos no caminho, as belezas começam na estrada. Há várias paradas com lagos, trilhas curtas, e view points para as rochosas! Olha as fotos que tiramos antes de chegar em Jasper.

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Para a nossa surpresa, começou a nevar quando estávamos na estrada! Foi muito legal ver a paisagem mudando de cor, ficando tudo branquinho.

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Chegamos em Jasper a tardinha. Nos hospedamos no Tonquin Inn, mas não recomendo por conta da localização, principalmente se forem no inverno. Tínhamos que pegar o carro toda a vez que queríamos ir até o centrinho da cidade. Se hospede pertinho do centro, assim dá pra deixar o carro no hotel e explorar a cidade a pé.

Deixamos nossas coisas no hotel e partimos pra conhecer o Pyramid Lake e sua ilhazinha – um dos melhores lugares para se observar o céu em Jasper. Tão legal caminhar na neve! Ali pertinho tem o Patricia Lake, mas por causa da neve não estava muito interessante de parar pra ver. No verão esses lagos ficam cheios de gente fazendo canoagem. No inverno é assim, bem mais bucólico, hehe.

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Esse era o nosso carro por lá! Lembrando que pra dirigir na neve tem que prestar atenção nos pneus. Eles tém que ser específicos para condições de neve e gelo.

Acordamos no segundo dia e partimos para conhecer o Maligne Cânion. É bem bonito, adoramos caminhar por lá. Depois fomos até os lagos Annete e Edith. Eles ficam bem próximos um do outro. Dá pra contornar o Lake Edith a pé, a trilha é bem bonita e gostosa de fazer.

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No Maligne Cânion – tentando ficar de olho aberto pra foto, mas a neve não deixava! haha

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No Lake Edith – aqui já tinha parado de nevar, o que ajudou bastante nosso passeio

Olhamos o Trip Advisor pra ver onde iríamos comer. Em primeiro lugar está o Patricia Deli, uma delicatessen onde diziam ter os melhores sanduíches da cidade. Fomos até lá conferir, e não poderíamos ter ficado mais satisfeitos! O lugar é bem pequeno. Você chega e te explicam como funciona pra montar os sanduíches. Você escolhe o tipo de pão e os ingredientes (tipo um Subway, mas com os ingredientes  super fresquinhos e gostosos!). Gostamos tanto que voltamos no outro dia! Uma boa dica pra quem quer comer bem e rapidinho. Perfeito pra colocar na mochila e levar para as trilhas!

Outro restaurante que gostamos bastante foi o The Raven Bistrô. Fica na Patricia St também e tem uma pegada mais formal. Eu comi o salmão e o Lucas pediu um prato tailandês. Aprovamos!

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Ah, não posso esquecer de postar essa foto! Fiquei bem pertinho de um alce! Eles estavam se alimentando num campo pertinho da cidade (:

Foi isso gente! No outro dia era hora de partir pra Banff. Aguardem, porque os lagos mais bonitos e as melhores fotos das rochosas estão no caminho Jasper-Banff. Muita coisa linda por vir. Aliás, essa é uma viagem maravilhosa! O Canadá é lindo demais!

Até a próxima,

beijos,

Nati

É ano novo!

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Oi, gente! Última segunda-feira antes do Natal. Ainda vale ter posts por aqui? hehe Este é o último look do ano em parceria com a Casa Gaia e não poderia vir com um tema diferente: ano novo! A gente sempre quer estar linda nessa noite, né? E não importa onde vamos passar a virada, se na praia, na serra ou em casa. Os salões de beleza lotam e as lojas vendem muita roupa branca! Tudo pra entrar o ano novo cheio de boas energias.

Esse vestido Renata Campos tá super especial. Tem renda? Tem! Tem bordado? Tem também! Olha só.

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 Vestido: Renata Campos | Sandália: Cavage

Casa Gaia | Capitão Eleutério, em frente ao Manno Escobar Cabeleireiros | Passo Fundo | Telefone: 54 3622-6188

Fotos: Nick Al.

Links da semana: maternidade, espírito livre, felicidade, desapego e mais

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Os links que separei para vocês vem em clima de fim de ano, com muitas reflexões em vários segmentos da vida. Porque chega essa época e ficamos mais sensíveis e pensativas, não é mesmo? Vale a pena ler esses textos e tentar refletir sobre nossas atitudes em casa, no trabalho e da gente com a gente mesmo…

Será que o que estamos fazendo agora é o que realmente amamos? Porque acumulamos tanto? Ter um relacionamento feliz é questão de merecimento? Esses e outros assuntos estão nos links abaixo. Boa leitura!

travel

A dor e a delícia de ter um espírito livre

pais

SOS Maternidade ou porque a paternidade é (também) importante

trabalho

Todo o trabalho e toda a diversão (vídeo, lindo!)

casais

Uns chama de sorte, eu chamo de merecimento

limpeza

Pra que tanto?  Limpeza de final de ano

Sempre bom encontrar textos legais na internet, né?

Se quiserem compartilhar comigo, vou adorar!

Beijos,

Nati

12 coisas de Vancouver que eu sinto falta

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Eu considero ter morado em Vancouver uma das melhores experiências da minha vida. Por isso, é natural que eu sinta falta de muitas coisas que eu via/sentia/fazia por lá. Neste post tem 12 delas. Quer ver?

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1. Andar na rua despreocupada. Uma das melhores coisas de se morar em Vancouver (ou em qualquer cidade de países do primeiro mundo) é que temos uma sensação de segurança por onde passamos. Caminhar na rua ou andar de ônibus ou metrô, é tranquilo. Andava de ônibus de madrugada e sozinha e não sentia medo. Isso não tem preço!

2. O trânsito. Taí uma das coisas que mais me estressa aqui onde eu moro. Em Vancouver eu usava o transporte público e andava muito a pé. Era muito bom andar por aquela cidade onde os motoristas e os pedestres respeitam as regras de trânsito e melhor, são gentis uns com os outros. Faixa de segurança é coisa séria. Por lá não tinha essa de atravessar no meio da quadra entre os carros (como é muito comum aqui, pelo menos na minha cidade). A gente ia até a faixa de segurança mais próxima, esperava o sinal dos pedestres abrir e só aí, atravessava. Era tão fácil, seguro e não estressante!

3. Falar inglês. O objetivo principal da minha viagem era ter mais fluência no inglês. Coisa boa conseguir se comunicar, não é mesmo? Saí de lá sabendo que poderia ter aproveitado mais nesse sentido (já que falei bastante em português com meus amigos brasileiros) mas hoje tenho muito mais desenvoltura pra falar inglês. E sinto falta de praticar, acreditam? Pra não esquecer, ando falando inglês sozinha em casa, dentro do carro e sempre que posso penso em inglês pra ver se conseguiria falar tal frase. Tomara que esteja funcionando (vou por em prática logo logo, já que nossa próxima viagem é para a Flórida! – conto mais em um próximo post).

4. Chai latte no Starbucks. Meu vício. Como não sou muito fã de café, e amo um chai, esse era o meu pedido no Starbucks! E gente, em Vancouver tem muuuitos Starbucks (pela proximidade com Seattle, nos Estados Unidos).  Ahhh, sinto falta dos cookies de gengibre de lá também.

5. Whole Foods no Park Royal. A Whole Foods vocês conhecem, né? É uma rede de supermercados americana de comida natureba. E Park Royal é o nome do shopping que ficava perto da minha casa. Ai gente, aqueles corredores cheios de produtos orgânicos, frutas apetitosas, mil e quinhentos tipos de pães, flores lindas. Era muito pra minha pessoa!

6. Passear em Granville Island. Sinto muito por não ter um lugar como aquele perto de mim (pra saber do que eu tô falando, tem um post sobre lá neste link). Era tão bom pegar o bus 50 em direção a Granville Island depois da aula (insira suspiros nostálgicos aqui). A gente caminhava por lá, comprava um cheesecake delícia no mercado, umas frutinhas, sentava pra olhar a vista e ia embora com as energias renovadas.

7. Passar na Anthropologie olhar coisas lindas. Lá no Park Royal também tinha uma das minhas lojas favoritas da VIDA! A Anthropologie é mais que uma loja, é um lugar de inspiração. Lá tudo é bonito, charmoso, romântico, delicado. Me perco em tantos adjetivos. Tem as velas e os perfumes mais cheirosos, os livros mais cool, os objetos de decoração mais amados. Sério, não tem como não sair de lá mais inspirada!

8. Ter muitos parques pra curtir o ar livre. Ahhh os parques… Vancouver é uma das cidades mais verdes do mundo, então o que não faltam por lá são parques. A gente brincava que, bastava ter uma graminha que eles colocavam uma placa “Park something”, haha! Brincadeiras à parte, era muito bom ter todo aquele verde pra admirar a aproveitar.

9. A beleza da cidade. Sendo mais genérica impossível, Vancouver é muito linda! Foi difícil me acostumar novamente com a minha cidade quando se mora por um tempo num lugar tão lindo. Vancouver tem mar, montanhas, tem verde, tem flores, é limpa… É muito fácil de se apaixonar, e se acostumar com tanta beleza.

10. Comer sushi à tarde. Amo sushi. Amo salmão cru. E o Canadá é a terra do salmão selvagem! Mas demoramos pra encontrar um japonês bom, bonito e barato em Vancouver. Maaasss, quando encontramos o Urban Sushi (fica na Graville St, em frente ao Pacific Centre) não passamos mais vontade de sushi at all! Íamos a tarde mesmo, fazer nosso lanche. Sinto saudade.

11. Usar o Google Maps e ir pra onde eu quiser com transporte público. Era assim. Alguém dava uma dica de passeio/lugar interessante/comida boa e a pesquisa começava. Era só entrar no Google Maps, digitar o lugar e pronto, o itinerário de quantos ônibus/skytrains tínhamos que pegar pra chegar lá aparecia na nossa frente. Fácil, eficiente e barato, já que fazíamos tu-di-nho de transporte público. Até a este lugar lindo fomos assim, olha só no link.

12. Meus amigos de todas as partes do mundo. E por último, mas não menos importante (pelo contrário!) estão as pessoas que eu conheci por lá e fizeram a minha viagem ser o que foi. Tenho certeza que se não tivesse conhecido essas pessoas não teria curtido tanto morar sozinha, num país desconhecido, apesar da cidade ser linda, segura, etc. Foram os amigos que fiz por lá que fizeram tudo fazer sentido. Conhecer pessoas de uma cultura diferente é muito rico. Ouvir suas histórias me fez aprender a valorizar as diferenças e entender que cada um tem o seu próprio universo particular e isso é tão, mas tão lindo!

Espero que tenham gostado do post,

Beijos,

Nati