julho 2012

Oi das Blue Mountains!

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Oi direto das Blue Mountais, da cidade de Katoomba! Aqui são 8h da manhã de sábado e estamos nos preparando pra sair do hotel e ir conhecer as cavernas de Jenolan Caves. Daí, partimos para Hunter Valley.




Ontem o dia foi de muitas caminhadas e trilhas! O clima está gelado, hoje a temperatura vai variar de -1 a 11 graus! Aqui é muito bonito, dizem que as blue mountais são assim chamadas pelo gás azulado que os eucaliptos liberam. A energia é muito boa!

Beijos!

Bem quentinhas com doudounes!

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É, já falamos aqui sobre as jaquetas estilo college e o quanto a moda está in love com o mundo esportivo. Pois saibam que outro item com pegada esportiva e que antes ficava somente restrito a este mundo, também está pelas ruas aquecendo looks bem trendy. São os doudounes, aqueles casacos acolchoados de náilon, próprios para esquiar. Geralmente são feitos com penas de ganso, o que confere calor e, ao mesmo tempo, leveza à peça.


Eles foram sucesso nos anos 1980 e desde lá raramente saiam do guarda-roupa de esqui. O fato é que hoje os doudounes são mais uma opção para nos esquentar nos dias de muito frio! Mas atenção, como eles são bem grandinhos e fofos, o ideal é usar com peças bem sequinhas na parte de baixo. E não é muito recomendável se estiver um pouco cheinha, porque eles aumentam mesmo!




Criada em 1952, a Moncler é famosa pelos seus doudounes. A marca tem diversos modelos de casacos, desde os mais compridos e grandões até os mais justinhos e fáceis de compor em looks do dia-a-dia. Coletinhos de náilon também são uma opção bem interessante para os dias de inverno.

Outra marca famosa quando falamos em doudounes é a americana NorthFace, que tem lojas aqui no Brasil. A data de sua criação remonta a 1966, quando dois entusiastas de caminhadas resolveram seguir sua paixão e fundaram uma loja de montanhismo.

Vocês gostam?

Oi da Austrália! Os dois primeiros dias!

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Oiii gente! Finalmente consegui me conectar depois de quase 3 dias! Bem, aqui é quase meia-noite (de quinta-feira) então vou tentar contar rapidinho o que já fizemos por aqui. 

O voo Buenos Aires – Sydney foi tranquilo, a não ser pelo fato da quantidade interminável de horas, né? Foram mais ou menos 16 horas, além da questão do fuso (aqui é 13 horas na frente), então dá pra imaginar o cansaço! Chegamos em Sydney na terça-feira, às 14h, pegamos o carro no aeroporto e fomos pegar a estrada para Jervis Bay, nossa primeira parada.

{Hyamns Beach}

No caminho paramos em Wollongong, cidadezinha com faróis bem bonitinhos, para tirar umas fotos e jantarmos. Fomos no Outback conferir qual era da versão australiana da rede de restaurantes, e olha que o nosso de Porto Alegre fica beeem na frente! Tanto o ambiente, a decoração e a comida eram bem fraquinhos.

{Mão inglesa!}

Super cansados, fomos para o nosso hotel em Jervis Bay – o Dolphins Shore. Bem  bacana, arrumadinho e limpinho, tudo que precisávamos! A quarta-feira foi o nosso primeiro dia – de verdade – por aqui. Durante o dia passeamos pelas redondezas de Jervis Bay, fomos visitar algumas praias, inclusive a Hyams, conhecida por ter a areia mais branca do mundo – diz que está no Guiness. Ainda em Jervis Bay passeamos pelo parque Booderee, com seus caminhos até praias e rochedos bonitos. Pra falar a verdade, não achamos nada demais, talvez no verão seja mais interessante.

{Lookout Cambewarra}

À tarde partimos para Moss Vale, onde passaríamos à noite. No caminho paramos em Kangaroo Valley, cidadezinha rural bem simpática. Lá, uma surpresa super agradável gastronomicamente falando: O Byron Bay Café. Pedimos dois sanduíches deliciosos! O meu era com salmão defumado, alguma folha que não me lembro o nome e alcaparras; o do Lucas era de peito de peru, queijo suíço e rasperry. O Jason, inglês dono do lugar, é super simpático e nos indicou alguns bons restaurantes em Sydney e Moss Vale. Muito bom!

{Byron Bay Coffee em Kangaroo Valley}

Dali partimos para Moss Vale. Nosso hotel – o Heronswood Bed and Breakfast – à princípio nos deixou meio receosos, a parte externa da casa era meio mau cuidada, mas dentro era bem bacana. Quentinho, com calefação (aqui tá bem frio, tipo uns 6 graus), o quarto bem charmoso e o banheiro limpinho. O casal, donos da casa, eram super simpáticos e nos receberam muito bem. De manhã, nos prepararam um café bem gostoso!

{Mapa da região de Moss Vale}

Hoje (ainda é hoje?) voltamos para Kangaroo Valley ver as Fitzroy Falls e passear pelas estradinhas do interior. Quantas paisagens lindas vimos hoje! O meu dia preferido até agora! hahaha Nem conto pra vocês que numa dessas estradinhas encontramos uma família de cangurus! Eu não acreditei quando vi! Eles estamos meio longe, mas conseguimos enxergá-los direitinho.

{Olha os cangurus!}

Estou escrevendo de Katoomba, nas Blue Mountains. Nos instalamos no Motel 3 Sisters e até agora tudo tranquilo, e tem internet! =D Bom gente, vou me despedindo por hoje, amanhã acredito que vai ser tranquilo, até porque dormimos aqui mais uma noite, quer dizer, nada de viagens!

Beijos!

Jeans coloridos!

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Já faz um tempinho que os jeans coloridos estão na pauta do dia. Com o famigerado color blocking as cores eram fortes e blocadas, depois vieram as cores pastel, com seus tons clarinhos e adocicados. Mas o fato é que eles, os jeans coloridos, parecem não querer sair de cena!

Resolvi fazer este post quando vi a Vogue de junho. Lá duas coisas me chamaram  a atenção para o tema: a nova campanha da Calvin Klein Jeans, que traz três modelos usando SÓ jeans coloridos e mais adiante uma matéria sobre jeans (destacando que o denin é a bola da vez), onde um dos tópicos fala sobre os colored jeans.


O primeiro a fazer sucesso foi o skinny vermelho, lembram da febre? Todo mundo atrás de um par para chamar de seu! Eu adoro. Acho que eles dão graça ao look. O ideal é usá-los em uma produção mais clean, sem grandes firulas, pois a cor da calça já chama atenção por si só. 


Combinam bem com camisas, tanto as mais levinhas, de seda, como as jeans. Os sapatos podem ser altos – com scarpin fica ótimo – como baixos, com sapatilhas complementam super bem. Pra não errar, não invente muito na cor do sapato, quanto mais neutro melhor. Eu gosto dos tons de nude, porque o preto muitas vezes pode pesar, principalmente se a cor da calça for clarinha, como um verde menta ou amarelinho, por exemplo.




Como a cor da calça remete ao universo jovem, é interessante colocar peças mais sérias no look – como um bom blazer – pra amadurecer a produção (o sapato de salto também faz este papel). E se formos falar de estampas, posso sugerir as listras em preto e branco ou marinho e branco e também a minha preferida, de oncinha! Amo oncinha com cor! Mas, se for usar, mais cautela ainda: o resto do look tem que ser neutro total, viu?

Agora, me contem! Vocês usam jeans coloridos? Gostam?

O humor de Olympia Le-Tan

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Fiquei encantada quando fui pesquisar sobre as bolsas-livro de Olympia Le Tan e pude conhecer um pouco mais sobre o seu universo criativo. Eu adoro tudo que é original, que inspira! E bolsinhas em formato de caixinha de leite ou embalagem de caviar é uma inspiração e tanto, não acham?


Creio que usar bolsas ou qualquer tipo de acessório assim chama a atenção de uma forma positiva, leva alegria para as pessoas, e além de alegria, humor. E isso é fundamental nos dias de hoje. Se divertir com a gente mesma, com as pessoas a nossa volta, fazer com as pessoas se divirtam com a gente. Ser leve! Isso é tudo de bom.



Não dá um ânimo a mais só de olhar estas belezuras?