março 2009

Bem-vindos Louboutins!

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Agora está mais fácil (?!) comprar um belo par de Louboutin e sair desfilando feliz por aí!

Christian Louboutin e seus moldes dos sapatos de luxo

Todas as revistas de moda, blogs e sites estão comentando. O designer de sapatos Christian Louboutin abriu ontem, dia 24, sua primeira loja no Brasil, no Shopping Iguatemi em São Paulo.

A loja do designer francês, famoso por seus sapatos com saltos altíssimos e com o solado vermelho, tem estilo marroquino e três repartições, uma delas é destinada para atendimento exclusivo à clientes especiais ($$).

E olha que honra, além de ser a primeira loja a abrir no Brasil, é a primeira da América Latina, isso porque Louboutin acha o Brasil um país feminino e onde identifica mulheres que tem estilo para usar seus sapatos. Com certeza vai fazer sucesso, apesar de seus preços serem bem salgados, pelo menos para o meu bolso, um modelo não sai por menos de R$ 3 mil. Detalhe que só aqui no Brasil vamos poder parcelar em até 3x! Porque será, hein? haha

Welcome honey!

Pérolas!

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Neste final de semana resolvi comprar meu colar de pérolas de duas voltas!


Super tendência
, ele é muito eclético, vai do trabalho à festa, e só fazer uma composição legal.

Adorei meu novo acessório, dá um efeito chic no ato!

A Carrie Bradshaw, nossa megamusadiva também é fã!

It thing!

Filme Fashion que sempre quero ver

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Tem aqueles filmes que a gente que adora moda nunca deixa de assistir.

O meu preferido (e de muita gente) é O diabo veste Prada. Foi a partir dai que Anne Hathaway virou uma musa pra mim. Quero comprar pra colocar na minha dvdteca!

Inspiração!

Emilio Pucci

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Um dos pioneiros da moda italiana, o “marquês alfaiate” Emilio Pucci fez fama no Planeta Fashion graças às suas inconfundíveis estampas. Hoje, após 60 anos de existência, a grife continua apostando em suas marcas registradas: cores fortes e formas abstratas e geométricas.


Vamos conhecer a história de Emilio Pucci?

Era uma vez um marquês que se tornou alfaiate. À primeira vista, a história de Emilio Pucci soa como um conto de fadas ao contrário. Membro de uma das famílias mais antigas da aristocracia italiana, nasceu em 1914, carregava o título de marquês de Barsento e cresceu em um palácio com paredes cobertas por pinturas de Botticelli, Rafael, Donatello e Leonardo da Vinci – local que se tornaria também palco de seus desfiles e um dos símbolos da griffe que leva seu nome.

Nos anos 40 e 50, a alta costura francesa dava as cartas na moda. A época foi marcada pelas silhuetas estruturadas de Chanel e Givenchy e as cinturas marcadas do new look de Christian Dior eram sucesso mundial. As criações de Pucci, por outro lado, valorizavam a exuberância física e eram concebidas para libertar as mulheres das roupas incômodas. Tudo com muito conforto e fluidez.

Enquanto na alta costura parisiense a mulher era uma imagem estática, impecavelmente vestida, Pucci propunha roupas mais vaporosas, sem peso, volume e acúmulo de camadas. Suas peças eram leves, confortáveis e descomplicadas, porém sofisticadas, já que contavam com tecidos especiais e coloridos, além de estampas e bordados marcantes.

Estampas com motivos estilizados e repetidos, além de formas abstratas e geométricas fizeram a fama de Pucci e se tornaram a sua marca registrada. Por conta disso, ficou conhecido como “Prince of prints” (do inglês, “príncipe das estampas”).

O marquês estilista também criou vários tecidos – um exemplo é o jérsei de seda, que patenteou como Emilioform, composto por 45% de xantungue e 55% de náilon. Graças a uma estreita colaboração com a indústria têxtil italiana, desenvolveu tinturas de tons inéditos, além de tratamentos especiais em algodões e sedas.

Suas coleções freqüentemente foram inspiradas em pessoas ou locais. A ilha de Capri, por exemplo, teve grande importância no começo da carreira. A coleção de verão de 1966, intitulada Vivara, ilha próxima a Capri, obteve grande destaque por conta das estampas que constituem a síntese gráfica mais abstrata realizada por Pucci. O mesmo nome foi escolhido para o recém-relançado perfume do estilista, com toques mais modernos, mas com aromas marcadamente italianos.

No final dos anos 60, no entanto, Pucci passou a privilegiar lugares cada vez mais distantes como Indonésia, África e América do Sul. Além de estampas com novos temas, as roupas ganharam formas mais exóticas, como túnicas, sarongues, saias compridas e amarradas na cintura.

Em julho de 1962, Pucci lançou sua primeira coleção de alta costura, pensada para mulheres de ombros e quadril estreitos, seios pequenos e pernas compridas, cujo retrato era a então primeira-dama dos Estados Unidos, Jacqueline Kennedy. Dois anos depois, em uma linha dedicada à África, Pucci protestou contra o racismo frente ao governo norte-americano ao convocar modelos negras para o desfile.
Após décadas de auge absoluto, a casa Pucci viveu um período menos vibrante em parte das décadas de 70 e 80. Um dos motivos foi a recusa de Pucci de descentralizar a produção, sem falar nos rumos da moda daquela época, muito distantes do seu padrão.

Antes de morrer, no entanto, ainda pôde observar o renascimento de seu estilo. No final dos anos 80, as inconfundíveis estampas voltaram novamente à moda e suas antigas criações tornaram-se desejadas como peças vintage. A popstar Madonna, a designer Paloma Picasso, a topmodel Claudia Schiffer e a atriz Isabella Rossellini foram algumas das personalidades que embarcaram nesse resgate do mago das estampas.


Em 1990, dois anos antes da morte de seu pai, Laudomia passou a administrar os negócios da família, já que seu irmão Alessandro Pucci di Barsento havia morrido em um acidente de carro.

Em 2000, o conglomerado de luxo francês LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton adquiriu a maioria das ações da casa Pucci, dando início a um processo de renovação. O estilista porto-riquenho Julio Espada foi o escolhido para continuar o trabalho do marquês e por lá ficou durante dois anos.

A volta por cima da marca, no entanto, é atribuída ao francês Christian Lacroix, que sucedeu Espada e, em três anos como diretor de criação, fez o nome Emilio Pucci voltar a figurar entre as griffes top do planeta. O francês mergulhou nos antigos arquivos e trouxe de volta as estampas, brincou com modelos que remetem a roupas para a prática do esqui (lembrando as origens da marca), lançando peças modernas, mas sem abrir mão do colorido e irreverente estilo Pucci. Em 2006, o jovem estilista inglês Matthew Williamson assumiu o império.

Emilio Pucci criou mais de mil estampas e todas estão disponíveis no Palácio Pucci. Williamson, possui a mesma paixão: se especializou em estamparia na escola de moda Saint Martins, em Londres. Seu grande desafio tem sido pesquisar os arquivos e reinventá-los, criando novos formatos, cores e proporções, a fim de que ganhem ares contemporâneos.

Atualmente, há lojas da griffe em Roma, Florença, Saint-Tropez, Londres, Moscou, Palm Beach, Nova Iorque, Bancoc, Hong Kong e Kuwait. A marca quadruplicou seus números em quatro anos e hoje conta com cerca de 30 pontos-de-venda em 11 países.

Como identificar uma peça Pucci?
Estampas de formas abstratas e geométricas ultracoloridas
Bordados marcantes
A seda como tecido favorito para imprimir suas estampas
Roupas leves, confortáveis e descomplicadas
Criações não estruturadas, que valorizam a exuberância física
Tecidos especiais (por vezes até patenteados)
A impressão da assinatura à mão “Emilio” em todas as estampas

Como se fala?

“E- MÍ-lio PÚ-ti”. O “Emílio” é normal e o sobrenome requer um cuidado mais, já que, por conta do idioma italiano, a sílaba “-cci” vira “ti”.

Frase de impacto!
“Nasci alfaiate e considero-me como tal. Meu trabalho é o trabalho de um artesão cujos objetivos são a qualidade e o estilo.”
Alegria fashion!

Bijoux de luxo

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Super tendência, as maxi bijoux, estão nos pescoços, braços e dedinhos mais top do planeta! E não podemos falar dessa tendência sem falar de Tom Binns, designer de jóias tudo de bom!
Vários blogs de moda, revistas gringas e sites só falam nele. Suas criações são consideradas verdadeiras jóias, apesar de não serem confeccionadas apenas com materiais nobres. Como ele mesmo diz: “Jóias são sempre um tesouro e mesmo que não sejam confeccionadas em ouro ou diamantes, elas devem ter esse sentimento”.

Quer saber mais?

Cobiça boa!