Papo de mãe: O diagnóstico que mudou a minha gestação

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Oi, meninas! Oi, mamães e futuras mamães! A coluna sobre maternidade da Vero desse mês fala sobre um assunto bem delicado e que a gente acaba não discutindo muito. Afinal, consideramos a gravidez uma benção e falar sobre os problemas pode não ser muito confortável. Porém sabemos que problemas existem. E como! Por isso é tão importante falar sobre eles. Aqui vocês acompanham o que a Verônica passou na gravidez do João Henrique. Acredito que muitas irão se identificar.

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Quando fui na primeira consulta com a médica sabia de todos os exames que ela iria me pedir, inclusive um que na minha cabeça já sabia o resultado e seria negativo. A minha médica tem por conduta pedir o exame da trombofilia, que é quando ocorre a formação de trombos nas veias. Na gravidez uma trombofilia não tratada pode levar à morte do bebê e em complicações mais sérias, a da gestante também. O “único” histórico que eu tinha na família foi de uma tia que com 40 anos teve um AVC, e hoje está bem, não teve sequela nenhuma e controla com o uso de medicamentos.

O resultado do exame de sangue saiu em um mês e pimba, eu tinha trombofilia e teria que usar o medicamento todos os dias durante a gestação. Um pânico e negação do resultado do exame me tomaram por dois dias, exatamente à espera pela próxima consulta. Antes disto conversei com uma outra tia, que também é trombofílica, teve duas gestações e tomava as injeções do remédio, como eu teria que fazer. Chorei muito, afinal não estava conseguindo entender e aceitar porque eu tinha sido “abençoada” com tal problema, afinal um dos sintomas da trombofilia era a dificuldade para engravidar, coisa que para mim não foi difícil.

Enfim, minha tia – que também é médica – me explicou tudo o que aconteceria, os tipos diferentes de trombofilia que existiam e as consequências, caso eu me negasse a fazer as injeções do anticoagulante todos os dias. Eu não queria correr risco nenhum e menos ainda colocar o meu filho em risco. Esta conversa com a minha tia foi bem esclarecedora e acalentadora. Não me senti sozinha e depois pesquisando descobri que outras amigas também já tinham tido o mesmo problema e tomaram as injeções de Clexane todos os dias, assim como eu. Minha médica me explicou que as mutações que tenho são adquiridas e hereditárias, ou seja, o meu caminho não seria outro que tomar a injeção.

Ainda lembro o dia em que tomei a primeira injeção, uma amiga me ajudou a fazê-la já que você mesma faz a aplicação e a seringa é tão fininha que não se sente. Suei frio, senti a agulha furar a minha barriga antes mesmo de entrar na pele. Primeira injeção feita, agora era seguir e tomar as outras. Na primeira semana não tive coragem de fazer sozinha e pedi ajuda ao meu marido para aplicar a injeção, na segunda semana já estava mais fortalecida e criei coragem de fazer sozinha. Me achei o máximo, me aplicando aquela injeção sozinha. Era uma evolução e tanto para quem tinha negado e agora estava “tirando de letra” aquela situação toda. No final da gestação eu já estava mais que craque, e se tinha algum compromisso que não estivesse em casa para fazer levava o meu álcool na bolsa, a seringa e ia ao banheiro fazer a aplicação. Foram 214 injeções, 214 dias em que eu estava mais do que tudo protegendo meu menino, e a mim também.

No final da gestação, com todo o cuidado e tratamento feito, ainda apareceram alguns trombos na placenta, e a dose foi aumentada. Cada ultrassom era uma agonia para saber se todas as minhas veias da placenta estavam “limpas” ou se tinha alguma obstrução, e nas que tinham a obstrução qual era a dimensão. Foram três semanas desgastantes até o João Henrique nascer, em que um misto de raiva e medo tomavam conta de mim, afinal eu tinha feito tudo certo, estava tomando a medicação e porque cargas eu ainda tinha aqueles trombos no corpo. Para minha alegria e felicidade meu pequeno continuava crescendo, ganhando peso e os trombos não eram próximos ao cordão umbilical. O que não representava tanto risco. Cada ultrassom era uma vitória. E descobri com a trombofilia uma garra, determinação e um amor que eu jamais imaginei que teria.

Desejo: Glitter nos pés!

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Sim gente. Nada básico esse meu desejo, hein? Acontece que tenho visto muito glitter nos sapatos da temporada e o meu lado menininha/romântica não conseguiu ignorar. Na verdade a maior responsável por meus olhinhos brilharem por eles foi a Lu Ferreira do Chata de Galocha. Ela anda postando vários looks com seu oxford com glitter prateado. Adoro o contraponto do modelo, super masculino, com o brilho exagerado. A produção fica com cara moderna sem precisar de muito, concordam?

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Outra peça que amei demais foi a bota com glitter dourado da Schutz. Meu Deus, quanta lindeza! Já imagino um look com calça jeans, camiseta e um cardigã jogado por cima. Com uma peça dessas não tem como não chamar atenção, então é bom que o resto do look seja bem básico e discreto.

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O modelo custa R$520 no site da Schutz.

E se não bastassem essas duas imagens acima, vamos ver outros exemplos de como usar sapato com glitter? Eu apostaria em modelos em prata e dourado. São muito mais usáveis do que os coloridos. E como disse acima, combine com peças simples, básicas e sem muita informação. Afinal, com um sapato desses, não precisa de mais nada!

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 Quero saber o que vocês acham, meninas? Usariam glitter nos pés?

Decoração: no aconchego do outono

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Com o Outono vem a vontade de ficar em casa, aquecido por um cobertor, aconchegado em uma poltrona e na companhia de um chá bem quentinho, certo? Com a chegada do frio, nada melhor do que deixar a nossa casa nesse clima gostoso. O blog selecionou algumas tendências de decoração para o outono. É só escolher a sua preferida e começar a renovar a casa. Vem ver porque tem muita coisa linda (:

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A cultura Pop e os anos 60 inspiram a decoração Candy 60´s. Móveis retrô combinados com um estilo nórdico moderno envolvidos por candy colors compõem o estilo feminino e delicado. Cores como o rosa, azul turquesa e laranja não podem faltar, além de formas orgânicas e papéis de parede estampados.

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O aconchego das casas de campo é a cara do Outono/Inverno. Mantas quentinhas e muita madeira dão a sensação de conforto country. Misturados com itens de ferro e alumínio, dão um ar industrial bucólico. Aposte em cores como verde musgo, cinza e bege para compor.

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A grande aposta do Outono é o estilo Étnico. A mistura de tons terrosos e cores metalizadas relembram os mercados de especiarias indianos. Estampas orientais e tecidos naturais não podem faltar, além de luminárias marroquinas e tapetes coloridos.

Crédito de Imagens: Tendências de Outono| WESTWING

* o Westwing procurou o Moça Fresca pra fazer posts colaborativos. Todo mês vocês vão encontrar aqui dicas e inspirações pra deixar a casa mais charmosa e cheia de personalidade. O Westwing tem uma curadoria incrível, com peças super originais. Já conhecem? 

Vlogs: Nova York

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Olá gente! Que me acompanha no Instragram (@natigrazziotin) e no Youtube (youtube.com/mocafresca) viu que postei vários vlogs da minha viagem a Nova York, certo? Como vocês sabem estive na Big Apple no finalzinho de abril e gravei todos os meus dias por lá! Foi muito legal porque consegui deixar tudo bem redondinho. A ideia era levar vocês junto comigo nessa viagem e acho que consegui :)

No total foram 5 vlogs, desde a chegada, a ida a Kingston, a chegada em Manhattan, e os vários passeios que fizemos por lá. Pra vocês terem uma ideia, tem High Line, ponte do Brooklyn, Williamsburg, passeio de barco pelo Hudson, Soho e muito mais. Assistam e depois me contem o que acharam, ok? Vou adorar ler o feedback de vocês, assim nas próximas viagens continuo fazendo!

Ufa! É isso gente! Espero, de coração, que vocês tenham gostado!

É muito importante pra mim saber disso (:

Um beijo,

Nati

Meu look: Artesana Food

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Vocês sabem que eu viajo bastante. Sei que tenho muita sorte por isso, já que é uma das coisas que mais amo fazer na vida. Quer me fazer feliz? Me coloca dentro de um carro, de um avião, o que seja, e me leva viajar!

Viajar me levou a conhecer muita coisa. Ver e perceber muita coisa. Uma delas é como os gringos aproveitam os espaços públicos. Fico boba nos parques, nas ciclovias, nos parquinhos das crianças. A comunidade ajuda, se envolve na manutenção, há uma colaboração de todos pra que aquele lugar esteja ali, bonito, limpo, organizado. O que me leva a perceber também como nós não ocupamos esses espaços. Muito por falta de segurança, já que levar nossas crianças na praça requer coragem e não conseguimos ficar tranquilos. Isso realmente me deixa triste.

Bem, toda essa introdução pra explicar o motivo da minha alegria com o evento Artesana Food que aconteceu no sábado, dia 9, aqui em Passo Fundo. Tão bom ver as pessoas felizes, na praça, sorrindo, encontrando com amigos, brincando, aproveitando realmente um espaço que é nosso! Tava doida pra postar logo as fotos que fizemos por lá com a Michele Sautner. Ficaram lindas e bem no clima do evento! Que seja o primeiro de muitos… Olha só.

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Bata: H&M (comprada agora em Nova York) | Calça: American Eagle Outfitters | Tênis: Superga | Chapéu: comprado numa lojinha na Bleecker St. em NY. 

ps. a make super linda e natural, do jeito que gosto, foi a minha amiga Paulinha Petrini que fez. A Paula faz maquiagens pra casamentos, formaturas, eventos, enfim. Indico muito o trabalho dela, viu? O contato pode ser pelo Facebook nesse link.

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